A crônica aborda a luta pela sobrevivência humana desde os tempos primitivos até a contemporaneidade, contrapondo a caça por alimento à necessidade de dinheiro. O cenário é Jacarezinho, onde a pobreza se manifesta em pessoas famintas, culminando na descrição da distribuição de alimentos como uma forma de 'paz' e 'progresso', no contexto da miséria social e da ajuda externa a países periféricos.
A crônica aborda a surpresa do narrador ao encontrar o comércio aberto no dia 1º de novembro, que ele acreditava ser feriado. Ao sair para as ruas, ele observa um grande movimento de pessoas e carros em direção ao cemitério. Inicialmente confuso, ele se recorda que é véspera do Dia de Finados, e as pessoas estão indo ao cemitério para preparar os túmulos de seus entes queridos. O texto reflete sobre a fé cristã, a solidariedade humana e a homenagem aos que partiram.
Memória nostálgica da infância em Jacarezinho, centrada na chegada do circo com seus desfiles de animais (elefantes) e artistas (palhaços), a interação da gurizada com o espetáculo e a tradicional brincadeira 'Hoje tem marmelada?'. A crônica compara essas lembranças com a visita de um circo mais moderno (Circo Sarrazani), mostrando a permanência das tradições e da magia que o circo exerce na cidade, com a participação de crianças de ontem e de hoje.
Crônica sobre observações do clima e do vento na cidade de Jacarezinho. Também cita a brincadeira de empinar papagaios, e os problemas que acarreta, como papagaios presos em fios de telefone e luz.
A crônica narra a jornada de uma idosa solitária ao cemitério de Jacarezinho, carregando flores e velas. Enquanto caminha pela Avenida dos Eucaliptos, ela relembra a alegria da infância e o casamento, contrastando com a dor das perdas sucessivas de pais, irmãos, marido e filhos. No túmulo, as lágrimas refletem a profunda tristeza e saudade, revelando o grande sofrimento por trás de sua aparente simplicidade.
A crônica se inicia com um pedido de desculpas por parte do escritor, justificando a repetição de uma crônica anterior devido a um acontecimento grave. O texto descreve o acidente de João, um menino negro de quinze anos, atingido acidentalmente por um tiro de espingarda de chumbo disparado por seu amigo. Narra o desespero do amigo, a internação de João na Santa Casa e a gravidade de seu estado. Destaca a solidariedade da comunidade de Jacarezinho, que arrecadou fundos para que João fosse levado de táxi-aéreo a São Paulo em busca de tratamento especializado. O autor explica que a urgência em ajudar João fez com que ele e a equipe do jornal não tivessem tempo para escrever, e finaliza pedindo orações pela recuperação do menino, que se encontra em coma e enfrentará uma delicada cirurgia em São Paulo.
A importância dos garis para a manutenção da limpeza da cidade de Jacarezinho, com foco no trabalho diário de Alexandre (o 'bagre'), e a valorização do conceito de cidade limpa.
A crônica narra um sábado movimentado em Jacarezinho, descrevendo o cenário urbano com carros, caminhões e carroças, além da agitação das pessoas. O texto foca na interação do cronista com Stanke, um conhecido que, apesar de preocupado, demonstra alegria ao exibir um cachorrinho recém-adquirido, resultado de uma 'batalha' para convencer o antigo proprietário a presenteá-lo. O texto aborda o tema do 'não querer trabalhar' em um dia bonito, contrastando com a percepção inicial de que todos estavam 'vadiando'.