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Crônica | 19 de outubro de 1962

Celebração do esporte amador em Jacarezinho, no ginásio Rui Barbosa, com a presença de uma grande multidão, diversos personagens locais como Vicentinho, Beto, Palhares, Faria e Renatinho, e times como Marumby, Ypiranga e Filosofia, sob um clima favorável abençoado por São Pedro, destacando a paixão e o entusiasmo da comunidade pelo evento.

Crônica | 19 de setembro de 1962

Em um dia chuvoso de setembro de 1962, o cronista reflete sobre a dificuldade de escrever diante da falta de acontecimentos, recordando uma poesia sobre a chuva e a interrupção de encontros. Apesar da bênção da água após o calor, a monotonia do dia impede relatos interessantes, frustrando o compromisso diário de contar novidades sobre Jacarezinho.

Crônica | 20 de agosto de 1962

A crônica explora as diversas formas de trabalho e sustento, sejam elas arriscadas (como trapezistas e equilibristas) ou mais pacíficas, como a venda de sanduíches. O cenário principal é Jacarezinho, onde um menino de doze ou treze anos, agindo como 'homem-sanduíche' (levando cartazes de publicidade), comove a população. O texto faz um paralelo entre esse método de sustento e a origem da palavra 'sanduíche', destacando a engenhosidade e a luta pela sobrevivência em um contexto social simples e comovente.

Crônica | 20 de julho de 1962

A crônica narra um dia de garoa em uma cidade, onde as pessoas despertam preguiçosamente e a rotina se estabelece. O narrador percebe algo diferente na Praça Rui Barbosa: a ausência de um mascate ambulante que costuma vender bugigangas. Ele o encontra posteriormente, com sua bicicleta e mercadoria, preocupado com a chuva que prejudica seu negócio e sustento.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 20 de novembro de 1962

A crônica narra a vinda do Teatro Escolar de Jaguariaíva a Jacarezinho para apresentar a peça 'O Diabo Enloqueceu' no Jacarezinho Clube, em uma terça-feira de 1962. O autor celebra o evento como um marco do desenvolvimento da cidade, que estaria perdendo seu ar provinciano ao sediar grandes acontecimentos em dias úteis, e convoca os leitores a apoiar o teatro de outras localidades. Após a peça, haverá uma brincadeira dançante.

Crônica | 20 de outubro de 1962

A crônica traça a história de Jacarezino, desde o início do século XX, com o desenvolvimento agrícola após a colonização, seu crescimento como capital estudantil e 'Pérola do Norte', até a inauguração do Frigorífico como um novo motor de progresso e industrialização em 1962.

Crônica | 20 de setembro de 1962

O texto discute a natureza transitória da existência, comparando a vida humana ao ciclo de início, apogeu e fim, e estendendo essa analogia a tudo que nos cerca. A passagem da infância glorificada ao esquecimento na multidão, culminando no apogeu da juventude e na subsequente decadência, é usada como metáfora para a temporalidade.

Essa filosofia é então aplicada à cidade de Jacarezinho, outrora conhecida como "cartão de visitas" do norte do Paraná e famosa por sua hospitalidade e limpeza. A instalação de coletores de lixo, belos e eficientes, visava manter a cidade asseada. Contudo, com o passar do tempo, esses coletores, assim como a vida, atingiram seu apogeu e agora se encontram em decadência, estragados ou desaparecidos, clamando por substituição.

Crônica | 21 de agosto de 1962

Crônica de 21 de agosto de 1962 sobre a tradição dos enxovais para noivas e bebês, com a inserção de 'comadres adivinhas', e um relato pessoal do narrador que, ao tropeçar em um cartaz da Rádio Jacarezinho, descobre que uma moradora da cidade ganhou duzentos mil cruzeiros em mercadoria dos Enxovais Ornatex.

Crônica | 21 de julho de 1962

O texto descreve um sábado em Jacarezinho, como um dia de grande movimentação e celebração. Diferente dos dias de semana, colonos de fazendas vizinhas se dirigem à cidade para encontrar amigos, conversar e até "arrumar" namoradas, tornando-o um dia tradicional para interações sociais e flertes.

O sábado narrado culmina na preparação de um casamento. No qual o casal segue para a Catedral para oficializar a união, acompanhados por familiares e amigos.

Celso Antônio Rossi

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