A crônica descreve o dia a dia e a personalidade de Itamar, um barbeiro da Vila São Pedro, que trabalha perto do autor. O texto foca na surpresa do autor ao vê-lo engordar, descobrindo que Itamar estava com caxumba e, mesmo assim, continuava a trabalhar e alegrar as pessoas.
A crônica descreve a curiosidade dos narradores ao observar o descarregamento de materiais em frente ao Edifício Consórcio, a dificuldade em obter informações e a subsequente descoberta de que as obras se referem a um novo empreendimento para a cidade, visto como um presente de fim de ano, mencionando locais como a Sorveteria Garota, Cine Consórcio, Geijark e Geopeo.
Crônica de um sábado movimentado em Jacarezinho, onde a chegada de uma misteriosa mulher na Rua Paraná provoca admiração e um suspiro romântico entre os homens, contrastando com o frio que cessou.
A crônica narra uma noite quente de novembro na Praça Rui Barbosa, em Jacarezinho, descrevendo a movimentação de pessoas, as atividades comerciais iluminadas para o Natal, a interação social em torno do chafariz, e, especialmente, a observação de uma menina sorridente e inocente que se destaca por sua beleza em meio à agitação.
A crônica descreve a desmistificação da imagem de 'machão' de um amigo, que se gabava de dominar mulheres, ao ser flagrado em um ambiente público (Perené) em uma situação de subserviência à namorada, contradizendo suas próprias histórias.
A crônica aborda a antecipação do Natal em Jacarezinho, a alegria e o divertimento que um escorregador provisório, montado pela Casa Setti, traz às crianças da cidade, e a nostalgia dos adultos ao observar a cena, remetendo aos seus próprios tempos de infância e à crença no Papai Noel. O cenário é a cidade de Jacarezinho, com destaque para a Rua Paraná e a Casa Setti, e o contexto social é a comunidade aguardando as festividades natalinas.
A crônica aborda a vida cotidiana em Jacarezinho, relatando o desfile do Colégio Cristo Rei, uma partida de futebol entre alunos e ex-alunos, o baile do Grêmio 25 de Agosto com a eleição da Rainha dos II Jogos Abertos (Srta. Margarida da Silva), e o falecimento do 'velho Capitão', vendedor de bilhetes de loteria.