Temática de 'velho oeste americano' retratada em uma festa a fantasia em Jacarezinho, com personagens característicos e o contraste entre a cidade pacata e a representação fictícia da violência da época, simbolizada por revólveres de brinquedo e 'traques'.
Um jovem, com seu otimismo habitual, saiu para trabalhar de caminhão pela Fazenda Santa Maria até a cidade. Trabalhou incansavelmente durante a manhã, e por volta das 12h, a caminho da Usina de Açúcar, sofreu um trágico acidente.
Ao se preparar para entrar na Avenida das Nações Unidas, o caminhão foi atingido por uma locomotiva, arrastado por dez metros, e o jovem faleceu instantaneamente. O texto atribui a tragédia à falta de um sinaleiro em um cruzamento de estrada de ferro.
A crônica descreve a agitação e a expectativa em torno do sorteio de um automóvel Volkswagen, promovido pela Esportiva, na Agência Copacabana. O texto detalha a movimentação de pessoas, a ansiedade e as brincadeiras de Boanerges e Sérgio. Ao final, revela o vencedor, Vadinho, filho de Botarelli, e a reação das pessoas, entre a alegria do ganhador e a decepção dos demais. O principal tema é o impacto social de um sorteio na comunidade e a diferença entre a sorte de um e o desejo de muitos.
A crônica aborda a vida cotidiana em Jacarezinho, relatando o desfile do Colégio Cristo Rei, uma partida de futebol entre alunos e ex-alunos, o baile do Grêmio 25 de Agosto com a eleição da Rainha dos II Jogos Abertos (Srta. Margarida da Silva), e o falecimento do 'velho Capitão', vendedor de bilhetes de loteria.
A crônica aborda a antecipação do Natal em Jacarezinho, a alegria e o divertimento que um escorregador provisório, montado pela Casa Setti, traz às crianças da cidade, e a nostalgia dos adultos ao observar a cena, remetendo aos seus próprios tempos de infância e à crença no Papai Noel. O cenário é a cidade de Jacarezinho, com destaque para a Rua Paraná e a Casa Setti, e o contexto social é a comunidade aguardando as festividades natalinas.
A crônica descreve a desmistificação da imagem de 'machão' de um amigo, que se gabava de dominar mulheres, ao ser flagrado em um ambiente público (Perené) em uma situação de subserviência à namorada, contradizendo suas próprias histórias.
A crônica narra uma noite quente de novembro na Praça Rui Barbosa, em Jacarezinho, descrevendo a movimentação de pessoas, as atividades comerciais iluminadas para o Natal, a interação social em torno do chafariz, e, especialmente, a observação de uma menina sorridente e inocente que se destaca por sua beleza em meio à agitação.