A crônica convida o público a assistir à peça 'Os inimigos não mandam flores' do CAT no Cine Consórcio, destacando a importância da data, a premiação da atriz Cássia Rocha, o talento do ator Br. Moyses José Pedro e a direção de Alberto Poggiato Filho, como um evento cultural relevante para a cidade e o teatro amador.
A crônica aborda a situação de Dino, um homem que está sendo enterrado vivo na Praça Rui Barbosa em Jacarezinho como parte de um espetáculo, e a dificuldade que ele enfrenta devido ao calor intenso da cidade.
A crônica narra a história das ruas e avenidas de uma cidade, personificadas como habitantes com sentimentos e aspirações. As Avenidas Manoel Ribas e Getúlio Vargas, juntamente com a Rua Paraná, representam o progresso e as mudanças sociais na cidade, com a Avenida Manoel Ribas perdendo suas árvores em nome do desenvolvimento e, posteriormente, recebendo asfalto.
Crônica sobre a ausência da primavera em Jacarezinho, descrevendo o frio e a pobreza de dois meninos que trabalham para levar alimento para casa, um deles ferido e doente, e seu atendimento por uma alma caridosa, evidenciando a dor de ser pobre.
A crônica aborda a precariedade das estradas na década de 1960, especialmente entre Jacarezinho e Ourinhos, e a luta dos motoristas ('bandeirantes modernos') que, apesar das dificuldades, contribuíam para o progresso do Brasil. O texto faz um tributo a esses profissionais no Dia de São Cristóvão.
A crônica descreve a festa de debutantes de 1962 em Jacarezinho, organizada pelo Lions Clube, celebrando a passagem de quinze meninas para a vida adulta, sendo um momento de orgulho para a cidade.
A crônica descreve a vida social em Jacarezinho, contrastando a expectativa de um baile no Clube Marumby com a realidade de uma tensa reunião da Companhia Telefônica de Jacarezinho, no Jacarezinho Clube. A reunião, que durou até a meia-noite, envolveu debates acalorados e protestos do Dr. Noronha e do Tenente Geraldo, e pouca resolução, apesar da sua importância para os 400 associados.