Crônica | 22 de dezembro de 1962
- BR PRCEDHIS CR-CC-1962-06-15
- 5 - Item
- 1962-12-22
Parte deColeção Celso Rossi
351 resultados com objetos digitais Mostrar os resultados com objetos digitais
Crônica | 22 de dezembro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
Crônica | 22 de agosto de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
Crônica | 21 de setembro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
O papel de Francisco Carlos na organização da revista 'Cine-Novidades'
Metalinguagem sobre a ausência do narrador habitual (Francisco Carlos) e a surpresa dos ouvintes
A justificativa para Francisco Carlos não ter lido a crônica do dia (para que pudessem falar dele)
Anúncio do lançamento da revista quinzenal 'Cine-Novidades' nos cinemas de Jacarezinho
Conteúdo da revista: programação de cinema, passatempos, brincadeiras e propagandas
Crônica | 21 de novembro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
Crônica sobre um dia chuvoso em Jacarezinho, onde crianças brincam de pular corda perto do Colégio Cristo Rei e, posteriormente, recebem refeições gratuitas da instituição, em um contexto de generosidade e pobreza local.
Parte deColeção Celso Rossi
O texto descreve um sábado em Jacarezinho, como um dia de grande movimentação e celebração. Diferente dos dias de semana, colonos de fazendas vizinhas se dirigem à cidade para encontrar amigos, conversar e até "arrumar" namoradas, tornando-o um dia tradicional para interações sociais e flertes.
O sábado narrado culmina na preparação de um casamento. No qual o casal segue para a Catedral para oficializar a união, acompanhados por familiares e amigos.
Celso Antônio Rossi
Crônica | 21 de dezembro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
Crônica | 21 de agosto de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
Crônica de 21 de agosto de 1962 sobre a tradição dos enxovais para noivas e bebês, com a inserção de 'comadres adivinhas', e um relato pessoal do narrador que, ao tropeçar em um cartaz da Rádio Jacarezinho, descobre que uma moradora da cidade ganhou duzentos mil cruzeiros em mercadoria dos Enxovais Ornatex.
Crônica | 20 de setembro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
O texto discute a natureza transitória da existência, comparando a vida humana ao ciclo de início, apogeu e fim, e estendendo essa analogia a tudo que nos cerca. A passagem da infância glorificada ao esquecimento na multidão, culminando no apogeu da juventude e na subsequente decadência, é usada como metáfora para a temporalidade.
Essa filosofia é então aplicada à cidade de Jacarezinho, outrora conhecida como "cartão de visitas" do norte do Paraná e famosa por sua hospitalidade e limpeza. A instalação de coletores de lixo, belos e eficientes, visava manter a cidade asseada. Contudo, com o passar do tempo, esses coletores, assim como a vida, atingiram seu apogeu e agora se encontram em decadência, estragados ou desaparecidos, clamando por substituição.
Crônica | 20 de outubro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
A crônica traça a história de Jacarezino, desde o início do século XX, com o desenvolvimento agrícola após a colonização, seu crescimento como capital estudantil e 'Pérola do Norte', até a inauguração do Frigorífico como um novo motor de progresso e industrialização em 1962.
Crônica | 20 de novembro de 1962
Parte deColeção Celso Rossi
A crônica narra a vinda do Teatro Escolar de Jaguariaíva a Jacarezinho para apresentar a peça 'O Diabo Enloqueceu' no Jacarezinho Clube, em uma terça-feira de 1962. O autor celebra o evento como um marco do desenvolvimento da cidade, que estaria perdendo seu ar provinciano ao sediar grandes acontecimentos em dias úteis, e convoca os leitores a apoiar o teatro de outras localidades. Após a peça, haverá uma brincadeira dançante.