A crônica aborda a mobilização nacionalista e patriótica no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial (1942), destacando o envolvimento de cidades grandes e pequenas, como Jacarezinho. A narrativa se centra na bandinha 'furiosa' da cidade e, de forma nostálgica, na figura do 'homem que tocava a tuba', apelidado de 'Micoco', e sua importância na memória local, vinte anos após os eventos.
A crônica aborda a percepção do trabalho diurno versus noturno, utilizando o tempo (temperatura) como desculpa para o desempenho e destacando o sacrifício e anonimato de trabalhadores noturnos, como um guardião de armazém em Jacarezinho, que contribuem para a segurança da comunidade.
A crônica aborda a insatisfação humana generalizada com a própria profissão e a inveja da vida alheia, contrastando com a dura realidade social. O cronista, em um domingo otimista, depara-se com uma mulher pobre vasculhando o lixo na Rua Paraná, em uma cidade brasileira, o que o leva a refletir sobre a indiferença e a desigualdade, gerando um sentimento de remorso por não ter ajudado.
A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.
A crônica aborda a observação do narrador sobre o comportamento inquietante de seus companheiros em uma conversa matinal, culminando na revelação de que a ansiedade deles era motivada por um bolão de futebol organizado semanalmente em Jacarezinho, um evento social que gerava nervosismo e a busca por reconhecimento entre os amigos.
A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.
Celebração e abertura dos Segundos Jogos Abertos de Jacarezinho com um desfile de entidades esportivas e educacionais, envolvendo a juventude local e as instituições da cidade
A crônica descreve as melhorias no ambiente interno do Cine Consórcio em Jacarezinho, destacando o fim da algazarra e do zum-zum, permitindo que o cinema se torne um lugar mais agradável para os espectadores. Contudo, critica a aglomeração de jovens na saída do cinema, que atrapalha a passagem dos casais e demais frequentadores. A empresa Apucarana e Aldo Bertozzi são mencionados, este último em relação à gestão do cinema.