A crônica aborda a monotonia dos domingos em cidades pequenas, exemplificada por Jacarezinho, onde a falta de lazer no inverno leva ao tédio. A narrativa descreve como a juventude da cidade organizou uma gincana automobilística que animou a população, quebrando a rotina e trazendo alegria. Os personagens são os moradores de Jacarezinho, especialmente os jovens organizadores e os espectadores (adultos e crianças), e o cenário é a própria cidade, com o contexto social de busca por entretenimento em dias de folga.
A crônica retrata uma noite chuvosa e desoladora em Jacarezinho, onde a tempestade reflete o ambiente sombrio e a solidão. O foco principal é um homem enigmático e visivelmente embriagado, cujas aparições pelas ruas desertas da cidade levantam questionamentos sobre o seu passado e o impacto do alcoolismo em sua vida, deixando os poucos observadores a refletir sobre a degradação de sua existência após ser abandonado pela esposa.
A crônica aborda a percepção da arte, especificamente a pintura, desde grandes mestres até a arte moderna e sua manifestação local em Jacarezinho, onde jovens pintam propaganda política nas ruas. O texto explora a universalidade da arte, as diferentes formas de apreciação e a esperança de que esses pintores de rua possam se tornar futuros grandes artistas.
O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.
Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.
A crônica descreve a passagem de uma mulher misteriosa, elegante e enigmática pela rua Paraná em uma pequena cidade em um feriado religioso de 15 de agosto de 1962, causando grande comoção e admiração entre os moradores curiosos, e alterando a rotina do dia.
A crônica aborda a frequência de eleições no Brasil e seu impacto social e econômico, destacando a preparação para o pleito em Jacarezinho; o foco recai sobre o pintor Cesar e sua esposa, que, por necessidade, aplicam sua arte na pintura de muros para campanhas políticas, simbolizando uma luta pela sobrevivência e os 'sinais dos tempos' através de sua harmonia e trabalho.
Âmbito e Conteúdo A crônica descreve o dia a dia e a personalidade de Itamar, um barbeiro da Vila São Pedro, que trabalha perto do autor. O texto foca na surpresa do autor ao vê-lo engordar, descobrindo que Itamar estava com caxumba e, mesmo assim, continuava a trabalhar e alegrar as pessoas.