A crônica aborda a importância do pensamento humano como distintivo dos outros seres (animados e inanimados), questionando a 'vida' e o 'pensamento' de objetos transformados (como uma árvore que vira caixote) e criticando o descarte e a falta de valor atribuídos a eles, com um caixote abandonado na rua Paraná como exemplo central.
A crônica descreve a comoção causada por uma amazona que cavalga apressadamente pela Rua Paraná, seguida por um carro Volks-Wagem, gerando espanto, medo e admiração dos populares em uma tarde comum na cidade.
O texto descreve um sábado atípico em Jacarezinho, com sol e ausência de vento, trazendo um clima de otimismo e movimento intenso na rua Paraná. O autor destaca o caráter singular do sábado para a cidade e a peculiaridade dos grupos de pessoas que, apesar do dia movimentado, riam e conversavam animadamente. O foco atual das brincadeiras são as eleições recentes, com inúmeras piadas sobre os candidatos.
A crônica narra a história do serviço de ônibus 'Circular' na cidade de Jacarezinho, desde sua origem nos anos 50 até um encontro peculiar em uma sexta-feira 13, abordando superstições e a evolução da cidade.
A crônica descreve a celebração de três datas importantes (Dia da Justiça, Dia do Estudante e Dia do Papai) em Jacarezinho, que foram ofuscadas por uma chuva imprevista em agosto. O narrador reflete sobre a estranheza da chuva nesse mês e, de forma bem-humorada, 'descobre' no fim que a causa da chuva é um circo que está na cidade, aludindo a uma antiga tradição local. O texto também ironiza como essa 'solução' poderia resolver a seca no Brasil, especialmente no Nordeste.
O texto celebra o Dia da Criança, rememorando a infância como um período de inocência, alegria e inesquecíveis momentos. O autor evoca lembranças poéticas de brincadeiras e a pureza da alma, destacando a importância de reviver essas memórias com saudade.
Para celebrar a data, o Lions Clube de Jacarezinho promoverá uma sessão de cinema gratuita e especial no Cine Consórcio, às duas horas da tarde, para a meninada da cidade, oferecendo diversão para as crianças que representam o futuro do Brasil.
A crônica descreve a observação de um narrador onisciente sobre um rapaz solitário na Praça Rui Barbosa durante uma noite fria e ventosa de novembro. Os personagens indiretos incluem as moças de Jacarezinho, os frequentadores do Consórcio e o casal de namorados. O cenário é a cidade de Jacarezinho e a Praça Rui Barbosa, com um foco nos costumes e na rotina social da cidade, como os encontros de jovens na praça.
A crônica aborda a contextualização e importância de feriados comemorados em julho nos estados de São Paulo e Paraná, destacando especificamente que no dia 9 de julho comemora-se a Revolução Constitucionalista de 1932 em São Paulo, e no dia 12 de julho o aniversário da Constituição do Estado do Paraná de 1947, criticando a proliferação de feriados e o desconhecimento popular sobre seus motivos, e a falta de respeito à carta maior do estado.
A crônica descreve a vida pacífica de uma pequena cidade e seu povo ordeiro, que inicialmente adaptava o progresso aos costumes locais. No entanto, o progresso avança de forma avassaladora com a chegada do asfalto em uma nova avenida (Avenida das Nações Unidas). Esse progresso, inicialmente motivo de orgulho, transforma-se em perigo devido à má execução da obra, resultando em acidentes e revelando a falta de planejamento urbano (ausência de pistas laterais, calçadas, sinalização e pontes adequadas). A narrativa conclui com a reflexão de que o progresso mal executado pode ser pior, sugerindo que o progresso deve ser ordenado e bem planejado.