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Crônica | 11 de outubro de 1962

A organização dos segundos Jogos Abertos de Jacarezinho, a expectativa da população e a persistência da chuva que atrapalha os preparativos e a prática esportiva, destacando a rivalidade sadia entre os clubes e colégios da cidade.

Crônica | 11 de agosto de 1962

A crônica descreve um sábado cinzento e chuvoso em uma cidade, com pouco movimento comercial, levando à reflexão sobre o instrumento comum do comércio: a balança. O texto evolui para a discussão da balança como símbolo da justiça, diferenciando a balança primitiva do comércio da simbólica balança da Justiça. Aborda a dualidade da justiça, tanto os comerciantes inescrupulosos quanto a corrupção na própria justiça, e celebra o Dia Nacional da Justiça no Brasil (11 de agosto), expressando a esperança de que a justiça seja respeitada mundialmente, como é em Jacarezinho.

Crônica | 10 de setembro de 1962

Em 10 de setembro de 1962, o narrador e seus acompanhantes foram cedo ao Cine Consórcio para assistir ao filme "De repente, no último verão", estrelado por Elizabeth Taylor. O narrador visualiza um grupo de casais de namorados, cujos pais não permitiam encontros, e que o cinema, com as luzes apagadas, era o único local onde podiam se encontrar e desfrutar da companhia um do outro.

Crônica | 10 de outubro de 1962

Temática eleitoral, críticas a políticos e cabos-eleitorais, a figura do 'Zé Bobo' como candidato atípico, a insatisfação popular e o voto de protesto na cidade de Jacarezinho.

Crônica | 09 de outubro de 1962

A crônica aborda a lembrança e o luto pela morte de João Américo da Silva, um menino da Vila Setti, contrastando a tristeza de sua família com o contexto de resultados de eleições. É um tributo à vida breve do menino e um reconhecimento da dor de seus pais, com menção à localidade de Jacarezinho e reflexões sobre a fatalidade e a efemeridade da vida.

Crônica | 09 de novembro de 1962

A crônica descreve a rotina matinal de um narrador que, a contragosto, se prepara para o trabalho em uma sexta-feira chuvosa, contrastando sua preguiça com a disposição alheia. No entanto, o foco principal é o encontro com várias crianças e uma mulher em situação de miséria, que pedem esmolas. A narrativa se aprofunda ao revelar que essas crianças pertencem a três famílias pobres em trânsito por Jacarezinho, sem recursos para prosseguir viagem, e que são usadas como meio para conseguir dinheiro. O texto aborda a questão da pobreza, a inocência das crianças como vítimas, e a busca incessante por uma vida melhor, que as leva a um 'caminhar eterno e sem fim'.

Crônica | 09 de agosto de 1962

Crônica de Jacarezinho sobre a morte e a vida de Marilyn Monroe, focando na incompreensão, sofrimento e na busca por aceitação da atriz, além de sua beleza, vista da perspectiva da cidade de Jacarezinho.

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