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Crônica | 08 de setembro de 1962

A crônica descreve um sábado inicialmente cinzento e desanimador em Jacarezinho, que se transforma com a aparição de uma bela moça loira na Rua Paraná. Sua beleza e elegância, mesmo em um dia comum, atraem a atenção de vendedores e transeuntes, gerando admiração e curiosidade. A narrativa culmina em um momento de inveja social quando um rapaz recebe um olhar e um sorriso da moça, despertando pensamentos negativos nos observadores.

Crônica | 08 de outubro de 1962

A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.

Crônica | 08 de novembro de 1962

A crônica aborda a comoção em Jacarezinho diante da iminente saída da Liquigás, com Alarico Rolin ('Lalo') liderando um abaixo-assinado para evitar a transferência da estação de engarrafamento. Paralelamente, a cidade se depara com a notícia de que a Companhia Telefônica Nacional (CTN) também pode deixar de operar ou de fazer melhorias devido à falta de contrato com a municipalidade, ameaçando Jacarezinho ficar sem serviço telefônico.

Crônica | 08 de agosto de 1962

A crônica descreve o retorno do calor a Jacarezinho, a rotina noturna da cidade, as atividades dos moradores e o incidente com um homem obeso que tenta sair com seu jeep estacionado, causando um grande barulho e chamando a atenção de todos na Praça Rui Barbosa.

Crônica | 07 de setembro de 1962

O texto descreve um desfile cívico de 7 de setembro de 1962, em Jacarezinho, que começou com o Tiro de Guerra, seguido por grupos escolares e a Escola de Aplicação com uma baliza. Em seguida, desfilaram os colégios Rui Barbosa, Imaculada Conceição e Cristo Rei, este último encerrando com alunos do Jardim de Infância.

Crônica | 07 de novembro de 1962

O texto descreve a rotina da Rádio Jacarezinho, destacando a habilidade de adaptação humana aos fatos cotidianos. Em meio às vozes masculinas que dominam a programação, a rádio apresenta diariamente, das doze às treze horas, uma voz feminina doce e romântica, responsável por apresentar a "Crônica da Cidade".

Essa voz pertence a Dona Ione, que todos os dias se apressa pela Avenida Getúlio Vargas para chegar à rádio. O narrador a encontrou e, em uma conversa descontraída, Dona Ione brincou que um dia a crônica seria sobre ela. Apesar de sua relutância, o narrador decide que a crônica do dia será sobre Dona Ione e sua dedicada contribuição à radiofonia local, enfatizando sua alegria e o icônico visual com a bolsa preta.

Crônica | 07 de agosto de 1962

Os ciganos são apresentados como um grupo que, ciente da superstição alheia, leva a vida que deseja sem prestar satisfações. Mesmo com caminhões modernos, suas tradições se mantêm: os homens fabricam "tachos" e as mulheres e meninas vendem e preveem a sorte por dinheiro, explorando a crença popular e estando, no momento do texto, em Jacarezinho, após um período de ausência.

Crônica | 06 de setembro de 1962

A crônica observa a natureza humana de esquecer os "pedreiros" e "alfaiates" por trás das grandes realizações, aplicando essa reflexão à dedicação anônima de Zé Palhares e sua equipe na organização da festa de inauguração da nova sede social do Esporte Clube Marumby, em Jacarezinho, um clube que surge do esforço de jovens e homens da cidade.

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