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Crônica | 06 de outubro de 1962

Cenário de véspera das eleições de 1962 em Jacarezinho;
Significado do voto consciente e secreto para a democracia no Brasil.

Crônica | 06 de novembro de 1962

Crônica que narra a observação de um menino numa janela em Jacarezinho, em 1962, que, ao invés de brincar com outras crianças, triste e lacrimoso, apenas as observa devido à paralisia infantil que o impede de participar dos folguedos, vivenciando uma infância de solidão e amargura.

Crônica | 05 de setembro de 1962

O texto descreve um costume noturno em Jacarezinho, onde as pessoas se reuniam em frente aos cinemas Eden e Consórcio, observando o movimento e as pessoas. Esse hábito, originário de Curitiba, onde estudantes permanecem horas em frente aos cinemas, foi trazido para Jacarezinho, possivelmente devido ao grande número de estudantes locais em Curitiba.

Crônica | 05 de outubro de 1962

Em 5 de outubro de 1962, em uma manhã ensolarada após a chuva, o narrador e um companheiro decidem passear pela cidade. Inicialmente pensam em ir até a Avenida das Nações Unidas, conhecida como "rua do asfalto", mas desistem ao ouvir sobre um acidente recente. Impressionados, retornam e, no caminho, veem as propagandas em muros e calçadas. Ao se aproximarem da Avenida Manoel Ribas, percebem um carro com a roda traseira presa em uma valeta e descobrem que a causa foram a chuva e o vento, que o arrastaram até ali.

Crônica | 05 de novembro de 1962

Nesta crônica, a centésima do autor, é deixada de lado a falsa modéstia para celebrar um marco significativo. O texto relembra os quase quatro meses ininterruptos de contato diário com o público, invadindo lares e participando de refeições. São evocadas memórias de momentos tristes, como a morte de Marilyn Monroe e desastres, mas também de acontecimentos alegres e curiosos da vida em Jacarezinho, que foram narrados ao longo das cem crônicas.

Crônica | 05 de dezembro de 1962

A crônica descreve a surpresa dos moradores de Jacarezinho com uma chuva contínua em dezembro, um mês tipicamente de festas e alegria, mas que se apresenta 'triste, cinzento e molhado'. O autor reflete sobre a imprevisibilidade do tempo na cidade, comparando a temperatura atual com a da primavera e a intensidade da chuva com chuvas de janeiro, gerando preocupação sobre como isso 'estragará' o mês do Natal. O cenário é a cidade de Jacarezinho, e o contexto são as observações e meditações do cronista sobre o clima e suas implicações.

Crônica | 04 de setembro de 1962

A crônica descreve a rotina e os sentimentos de uma jovem pobre e sonhadora em Jacarezinho, em 1962, que, enquanto lava roupas no ribeirão com suas companheiras, reflete sobre sua vida de dificuldades, falta de esperança e o desejo de ser feliz e amada, apesar das adversidades sociais e da dureza de seu cotidiano.

Crônica | 04 de outubro de 1962

A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.

Crônica | 04 de dezembro de 1962

A narrativa aborda um episódio cotidiano em um escritório em Jacarezinho, onde um rapaz tenta usar um gravador emprestado que acaba quebrando, gerando um momento de curiosidade e frustração. C-enário: Ação se passa em um escritório em Jacarezinho durante um dia chuvoso. Personagens: O narrador (e seus colegas), e o rapaz com o gravador. Contexto social: A curiosidade em torno de novas tecnologias (gravador) e as dificuldades do seu uso na época, observando um fragmento da vida de escritório.

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