O texto descreve "Pestana", uma figura popular de Jacarezinho, vendedor de bilhetes de loteria conhecido por seu jeito apressado, sorriso maroto e a ausência de cílios. Apesar de falar muito e contar inúmeras proezas, suas conversas geralmente deixavam os interlocutores confusos.
A crônica discute a efemeridade das eras tecnológicas modernas, contrastando-as com brincadeiras infantis de 'petrificação' na Rua Paraná, em Curitiba, com a participação de Zezinho e outros garotos, ironizando a busca por novas definições para a época atual.
A crônica narra um sábado movimentado em Jacarezinho, descrevendo o cenário urbano com carros, caminhões e carroças, além da agitação das pessoas. O texto foca na interação do cronista com Stanke, um conhecido que, apesar de preocupado, demonstra alegria ao exibir um cachorrinho recém-adquirido, resultado de uma 'batalha' para convencer o antigo proprietário a presenteá-lo. O texto aborda o tema do 'não querer trabalhar' em um dia bonito, contrastando com a percepção inicial de que todos estavam 'vadiando'.
A importância dos garis para a manutenção da limpeza da cidade de Jacarezinho, com foco no trabalho diário de Alexandre (o 'bagre'), e a valorização do conceito de cidade limpa.
A crônica se inicia com um pedido de desculpas por parte do escritor, justificando a repetição de uma crônica anterior devido a um acontecimento grave. O texto descreve o acidente de João, um menino negro de quinze anos, atingido acidentalmente por um tiro de espingarda de chumbo disparado por seu amigo. Narra o desespero do amigo, a internação de João na Santa Casa e a gravidade de seu estado. Destaca a solidariedade da comunidade de Jacarezinho, que arrecadou fundos para que João fosse levado de táxi-aéreo a São Paulo em busca de tratamento especializado. O autor explica que a urgência em ajudar João fez com que ele e a equipe do jornal não tivessem tempo para escrever, e finaliza pedindo orações pela recuperação do menino, que se encontra em coma e enfrentará uma delicada cirurgia em São Paulo.
A crônica narra a jornada de uma idosa solitária ao cemitério de Jacarezinho, carregando flores e velas. Enquanto caminha pela Avenida dos Eucaliptos, ela relembra a alegria da infância e o casamento, contrastando com a dor das perdas sucessivas de pais, irmãos, marido e filhos. No túmulo, as lágrimas refletem a profunda tristeza e saudade, revelando o grande sofrimento por trás de sua aparente simplicidade.
Crônica sobre observações do clima e do vento na cidade de Jacarezinho. Também cita a brincadeira de empinar papagaios, e os problemas que acarreta, como papagaios presos em fios de telefone e luz.
Memória nostálgica da infância em Jacarezinho, centrada na chegada do circo com seus desfiles de animais (elefantes) e artistas (palhaços), a interação da gurizada com o espetáculo e a tradicional brincadeira 'Hoje tem marmelada?'. A crônica compara essas lembranças com a visita de um circo mais moderno (Circo Sarrazani), mostrando a permanência das tradições e da magia que o circo exerce na cidade, com a participação de crianças de ontem e de hoje.