A crônica narra um sábado movimentado em Jacarezinho, descrevendo o cenário urbano com carros, caminhões e carroças, além da agitação das pessoas. O texto foca na interação do cronista com Stanke, um conhecido que, apesar de preocupado, demonstra alegria ao exibir um cachorrinho recém-adquirido, resultado de uma 'batalha' para convencer o antigo proprietário a presenteá-lo. O texto aborda o tema do 'não querer trabalhar' em um dia bonito, contrastando com a percepção inicial de que todos estavam 'vadiando'.
A crônica discute a efemeridade das eras tecnológicas modernas, contrastando-as com brincadeiras infantis de 'petrificação' na Rua Paraná, em Curitiba, com a participação de Zezinho e outros garotos, ironizando a busca por novas definições para a época atual.
O texto descreve "Pestana", uma figura popular de Jacarezinho, vendedor de bilhetes de loteria conhecido por seu jeito apressado, sorriso maroto e a ausência de cílios. Apesar de falar muito e contar inúmeras proezas, suas conversas geralmente deixavam os interlocutores confusos.
A narrativa aborda um episódio cotidiano em um escritório em Jacarezinho, onde um rapaz tenta usar um gravador emprestado que acaba quebrando, gerando um momento de curiosidade e frustração. C-enário: Ação se passa em um escritório em Jacarezinho durante um dia chuvoso. Personagens: O narrador (e seus colegas), e o rapaz com o gravador. Contexto social: A curiosidade em torno de novas tecnologias (gravador) e as dificuldades do seu uso na época, observando um fragmento da vida de escritório.
A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.
A crônica descreve a rotina e os sentimentos de uma jovem pobre e sonhadora em Jacarezinho, em 1962, que, enquanto lava roupas no ribeirão com suas companheiras, reflete sobre sua vida de dificuldades, falta de esperança e o desejo de ser feliz e amada, apesar das adversidades sociais e da dureza de seu cotidiano.
A crônica descreve a surpresa dos moradores de Jacarezinho com uma chuva contínua em dezembro, um mês tipicamente de festas e alegria, mas que se apresenta 'triste, cinzento e molhado'. O autor reflete sobre a imprevisibilidade do tempo na cidade, comparando a temperatura atual com a da primavera e a intensidade da chuva com chuvas de janeiro, gerando preocupação sobre como isso 'estragará' o mês do Natal. O cenário é a cidade de Jacarezinho, e o contexto são as observações e meditações do cronista sobre o clima e suas implicações.
Nesta crônica, a centésima do autor, é deixada de lado a falsa modéstia para celebrar um marco significativo. O texto relembra os quase quatro meses ininterruptos de contato diário com o público, invadindo lares e participando de refeições. São evocadas memórias de momentos tristes, como a morte de Marilyn Monroe e desastres, mas também de acontecimentos alegres e curiosos da vida em Jacarezinho, que foram narrados ao longo das cem crônicas.
Em 5 de outubro de 1962, em uma manhã ensolarada após a chuva, o narrador e um companheiro decidem passear pela cidade. Inicialmente pensam em ir até a Avenida das Nações Unidas, conhecida como "rua do asfalto", mas desistem ao ouvir sobre um acidente recente. Impressionados, retornam e, no caminho, veem as propagandas em muros e calçadas. Ao se aproximarem da Avenida Manoel Ribas, percebem um carro com a roda traseira presa em uma valeta e descobrem que a causa foram a chuva e o vento, que o arrastaram até ali.