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Crônica | 05 de setembro de 1962

O texto descreve um costume noturno em Jacarezinho, onde as pessoas se reuniam em frente aos cinemas Eden e Consórcio, observando o movimento e as pessoas. Esse hábito, originário de Curitiba, onde estudantes permanecem horas em frente aos cinemas, foi trazido para Jacarezinho, possivelmente devido ao grande número de estudantes locais em Curitiba.

Crônica | 06 de novembro de 1962

Crônica que narra a observação de um menino numa janela em Jacarezinho, em 1962, que, ao invés de brincar com outras crianças, triste e lacrimoso, apenas as observa devido à paralisia infantil que o impede de participar dos folguedos, vivenciando uma infância de solidão e amargura.

Crônica | 06 de outubro de 1962

Cenário de véspera das eleições de 1962 em Jacarezinho;
Significado do voto consciente e secreto para a democracia no Brasil.

Crônica | 06 de setembro de 1962

A crônica observa a natureza humana de esquecer os "pedreiros" e "alfaiates" por trás das grandes realizações, aplicando essa reflexão à dedicação anônima de Zé Palhares e sua equipe na organização da festa de inauguração da nova sede social do Esporte Clube Marumby, em Jacarezinho, um clube que surge do esforço de jovens e homens da cidade.

Crônica | 07 de agosto de 1962

Os ciganos são apresentados como um grupo que, ciente da superstição alheia, leva a vida que deseja sem prestar satisfações. Mesmo com caminhões modernos, suas tradições se mantêm: os homens fabricam "tachos" e as mulheres e meninas vendem e preveem a sorte por dinheiro, explorando a crença popular e estando, no momento do texto, em Jacarezinho, após um período de ausência.

Crônica | 07 de dezembro de 1962

A crônica descreve a movimentação e o ambiente festivo de fim de ano em uma cidade, com destaque para a Casa Setti, e o enredo central sobre um jovem casal que compra uma boneca em segredo, abordando a inocência e a transição da infância para a juudez.

Crônica | 07 de novembro de 1962

O texto descreve a rotina da Rádio Jacarezinho, destacando a habilidade de adaptação humana aos fatos cotidianos. Em meio às vozes masculinas que dominam a programação, a rádio apresenta diariamente, das doze às treze horas, uma voz feminina doce e romântica, responsável por apresentar a "Crônica da Cidade".

Essa voz pertence a Dona Ione, que todos os dias se apressa pela Avenida Getúlio Vargas para chegar à rádio. O narrador a encontrou e, em uma conversa descontraída, Dona Ione brincou que um dia a crônica seria sobre ela. Apesar de sua relutância, o narrador decide que a crônica do dia será sobre Dona Ione e sua dedicada contribuição à radiofonia local, enfatizando sua alegria e o icônico visual com a bolsa preta.

Crônica | 07 de setembro de 1962

O texto descreve um desfile cívico de 7 de setembro de 1962, em Jacarezinho, que começou com o Tiro de Guerra, seguido por grupos escolares e a Escola de Aplicação com uma baliza. Em seguida, desfilaram os colégios Rui Barbosa, Imaculada Conceição e Cristo Rei, este último encerrando com alunos do Jardim de Infância.

Crônica | 08 de agosto de 1962

A crônica descreve o retorno do calor a Jacarezinho, a rotina noturna da cidade, as atividades dos moradores e o incidente com um homem obeso que tenta sair com seu jeep estacionado, causando um grande barulho e chamando a atenção de todos na Praça Rui Barbosa.

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