Formatura das normalistas do Colégio Imaculada Conceição Impacto do 'Dia Santo de Guarda' no comércio e na vida social Reflexões sobre a melancolia do sábado e domingo
A crônica aborda a comoção em Jacarezinho diante da iminente saída da Liquigás, com Alarico Rolin ('Lalo') liderando um abaixo-assinado para evitar a transferência da estação de engarrafamento. Paralelamente, a cidade se depara com a notícia de que a Companhia Telefônica Nacional (CTN) também pode deixar de operar ou de fazer melhorias devido à falta de contrato com a municipalidade, ameaçando Jacarezinho ficar sem serviço telefônico.
A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.
A crônica descreve um sábado inicialmente cinzento e desanimador em Jacarezinho, que se transforma com a aparição de uma bela moça loira na Rua Paraná. Sua beleza e elegância, mesmo em um dia comum, atraem a atenção de vendedores e transeuntes, gerando admiração e curiosidade. A narrativa culmina em um momento de inveja social quando um rapaz recebe um olhar e um sorriso da moça, despertando pensamentos negativos nos observadores.
Crônica de Jacarezinho sobre a morte e a vida de Marilyn Monroe, focando na incompreensão, sofrimento e na busca por aceitação da atriz, além de sua beleza, vista da perspectiva da cidade de Jacarezinho.
A crônica descreve a rotina matinal de um narrador que, a contragosto, se prepara para o trabalho em uma sexta-feira chuvosa, contrastando sua preguiça com a disposição alheia. No entanto, o foco principal é o encontro com várias crianças e uma mulher em situação de miséria, que pedem esmolas. A narrativa se aprofunda ao revelar que essas crianças pertencem a três famílias pobres em trânsito por Jacarezinho, sem recursos para prosseguir viagem, e que são usadas como meio para conseguir dinheiro. O texto aborda a questão da pobreza, a inocência das crianças como vítimas, e a busca incessante por uma vida melhor, que as leva a um 'caminhar eterno e sem fim'.
A crônica aborda a lembrança e o luto pela morte de João Américo da Silva, um menino da Vila Setti, contrastando a tristeza de sua família com o contexto de resultados de eleições. É um tributo à vida breve do menino e um reconhecimento da dor de seus pais, com menção à localidade de Jacarezinho e reflexões sobre a fatalidade e a efemeridade da vida.
Temática eleitoral, críticas a políticos e cabos-eleitorais, a figura do 'Zé Bobo' como candidato atípico, a insatisfação popular e o voto de protesto na cidade de Jacarezinho.