Em 10 de setembro de 1962, o narrador e seus acompanhantes foram cedo ao Cine Consórcio para assistir ao filme "De repente, no último verão", estrelado por Elizabeth Taylor. O narrador visualiza um grupo de casais de namorados, cujos pais não permitiam encontros, e que o cinema, com as luzes apagadas, era o único local onde podiam se encontrar e desfrutar da companhia um do outro.
A crônica descreve um sábado cinzento e chuvoso em uma cidade, com pouco movimento comercial, levando à reflexão sobre o instrumento comum do comércio: a balança. O texto evolui para a discussão da balança como símbolo da justiça, diferenciando a balança primitiva do comércio da simbólica balança da Justiça. Aborda a dualidade da justiça, tanto os comerciantes inescrupulosos quanto a corrupção na própria justiça, e celebra o Dia Nacional da Justiça no Brasil (11 de agosto), expressando a esperança de que a justiça seja respeitada mundialmente, como é em Jacarezinho.
A crônica narra a experiência do autor e a insatisfação de um rapaz durante um festival de cinema em Jacarezinho, onde cupons para um concurso de relógios para frequentadores dos cinemas da cidade foram encontrados recortados em revistas promocionais.
A organização dos segundos Jogos Abertos de Jacarezinho, a expectativa da população e a persistência da chuva que atrapalha os preparativos e a prática esportiva, destacando a rivalidade sadia entre os clubes e colégios da cidade.
A crônica descreve a vida pacífica de uma pequena cidade e seu povo ordeiro, que inicialmente adaptava o progresso aos costumes locais. No entanto, o progresso avança de forma avassaladora com a chegada do asfalto em uma nova avenida (Avenida das Nações Unidas). Esse progresso, inicialmente motivo de orgulho, transforma-se em perigo devido à má execução da obra, resultando em acidentes e revelando a falta de planejamento urbano (ausência de pistas laterais, calçadas, sinalização e pontes adequadas). A narrativa conclui com a reflexão de que o progresso mal executado pode ser pior, sugerindo que o progresso deve ser ordenado e bem planejado.
A crônica descreve a jornada de um grupo de alunas em Jacarezinho, desde as dificuldades diárias para chegar à escola até a formatura como professoras, culminando em sua festa de formatura e a emoção da despedida, retratando o esforço e a dedicação à educação feminina em um contexto social específico.
A crônica aborda a contextualização e importância de feriados comemorados em julho nos estados de São Paulo e Paraná, destacando especificamente que no dia 9 de julho comemora-se a Revolução Constitucionalista de 1932 em São Paulo, e no dia 12 de julho o aniversário da Constituição do Estado do Paraná de 1947, criticando a proliferação de feriados e o desconhecimento popular sobre seus motivos, e a falta de respeito à carta maior do estado.
A crônica descreve a observação de um narrador onisciente sobre um rapaz solitário na Praça Rui Barbosa durante uma noite fria e ventosa de novembro. Os personagens indiretos incluem as moças de Jacarezinho, os frequentadores do Consórcio e o casal de namorados. O cenário é a cidade de Jacarezinho e a Praça Rui Barbosa, com um foco nos costumes e na rotina social da cidade, como os encontros de jovens na praça.
O texto celebra o Dia da Criança, rememorando a infância como um período de inocência, alegria e inesquecíveis momentos. O autor evoca lembranças poéticas de brincadeiras e a pureza da alma, destacando a importância de reviver essas memórias com saudade.
Para celebrar a data, o Lions Clube de Jacarezinho promoverá uma sessão de cinema gratuita e especial no Cine Consórcio, às duas horas da tarde, para a meninada da cidade, oferecendo diversão para as crianças que representam o futuro do Brasil.
A crônica descreve a celebração de três datas importantes (Dia da Justiça, Dia do Estudante e Dia do Papai) em Jacarezinho, que foram ofuscadas por uma chuva imprevista em agosto. O narrador reflete sobre a estranheza da chuva nesse mês e, de forma bem-humorada, 'descobre' no fim que a causa da chuva é um circo que está na cidade, aludindo a uma antiga tradição local. O texto também ironiza como essa 'solução' poderia resolver a seca no Brasil, especialmente no Nordeste.