A crônica aborda a surpresa do narrador ao encontrar o comércio aberto no dia 1º de novembro, que ele acreditava ser feriado. Ao sair para as ruas, ele observa um grande movimento de pessoas e carros em direção ao cemitério. Inicialmente confuso, ele se recorda que é véspera do Dia de Finados, e as pessoas estão indo ao cemitério para preparar os túmulos de seus entes queridos. O texto reflete sobre a fé cristã, a solidariedade humana e a homenagem aos que partiram.
Memória nostálgica da infância em Jacarezinho, centrada na chegada do circo com seus desfiles de animais (elefantes) e artistas (palhaços), a interação da gurizada com o espetáculo e a tradicional brincadeira 'Hoje tem marmelada?'. A crônica compara essas lembranças com a visita de um circo mais moderno (Circo Sarrazani), mostrando a permanência das tradições e da magia que o circo exerce na cidade, com a participação de crianças de ontem e de hoje.
A importância dos garis para a manutenção da limpeza da cidade de Jacarezinho, com foco no trabalho diário de Alexandre (o 'bagre'), e a valorização do conceito de cidade limpa.
A crônica narra um sábado movimentado em Jacarezinho, descrevendo o cenário urbano com carros, caminhões e carroças, além da agitação das pessoas. O texto foca na interação do cronista com Stanke, um conhecido que, apesar de preocupado, demonstra alegria ao exibir um cachorrinho recém-adquirido, resultado de uma 'batalha' para convencer o antigo proprietário a presenteá-lo. O texto aborda o tema do 'não querer trabalhar' em um dia bonito, contrastando com a percepção inicial de que todos estavam 'vadiando'.
O texto descreve "Pestana", uma figura popular de Jacarezinho, vendedor de bilhetes de loteria conhecido por seu jeito apressado, sorriso maroto e a ausência de cílios. Apesar de falar muito e contar inúmeras proezas, suas conversas geralmente deixavam os interlocutores confusos.
A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.
A crônica descreve a rotina e os sentimentos de uma jovem pobre e sonhadora em Jacarezinho, em 1962, que, enquanto lava roupas no ribeirão com suas companheiras, reflete sobre sua vida de dificuldades, falta de esperança e o desejo de ser feliz e amada, apesar das adversidades sociais e da dureza de seu cotidiano.
Nesta crônica, a centésima do autor, é deixada de lado a falsa modéstia para celebrar um marco significativo. O texto relembra os quase quatro meses ininterruptos de contato diário com o público, invadindo lares e participando de refeições. São evocadas memórias de momentos tristes, como a morte de Marilyn Monroe e desastres, mas também de acontecimentos alegres e curiosos da vida em Jacarezinho, que foram narrados ao longo das cem crônicas.
Crônica que narra a observação de um menino numa janela em Jacarezinho, em 1962, que, ao invés de brincar com outras crianças, triste e lacrimoso, apenas as observa devido à paralisia infantil que o impede de participar dos folguedos, vivenciando uma infância de solidão e amargura.
A crônica descreve o retorno do calor a Jacarezinho, a rotina noturna da cidade, as atividades dos moradores e o incidente com um homem obeso que tenta sair com seu jeep estacionado, causando um grande barulho e chamando a atenção de todos na Praça Rui Barbosa.