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Descrição arquivística
Jacarezinho, PR
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Crônica | 31 de agosto de 1962

A crônica aborda a curiosidade e as especulações de uma vizinhança em torno do lançamento de foguetes, revelando a leveza e o humor da celebração inusitada de um vizinho pelo término do mês de agosto, considerado por ele como o mês do desgosto.

Crônica | 29 de outubro de 1962

A crônica aborda a vida cotidiana em Jacarezinho, relatando o desfile do Colégio Cristo Rei, uma partida de futebol entre alunos e ex-alunos, o baile do Grêmio 25 de Agosto com a eleição da Rainha dos II Jogos Abertos (Srta. Margarida da Silva), e o falecimento do 'velho Capitão', vendedor de bilhetes de loteria.

Crônica | 20 de agosto de 1962

A crônica explora as diversas formas de trabalho e sustento, sejam elas arriscadas (como trapezistas e equilibristas) ou mais pacíficas, como a venda de sanduíches. O cenário principal é Jacarezinho, onde um menino de doze ou treze anos, agindo como 'homem-sanduíche' (levando cartazes de publicidade), comove a população. O texto faz um paralelo entre esse método de sustento e a origem da palavra 'sanduíche', destacando a engenhosidade e a luta pela sobrevivência em um contexto social simples e comovente.

Crônica | 19 de setembro de 1962

Em um dia chuvoso de setembro de 1962, o cronista reflete sobre a dificuldade de escrever diante da falta de acontecimentos, recordando uma poesia sobre a chuva e a interrupção de encontros. Apesar da bênção da água após o calor, a monotonia do dia impede relatos interessantes, frustrando o compromisso diário de contar novidades sobre Jacarezinho.

Crônica | 19 de agosto de 1962

A crônica narra a vida de Zé Bobo, uma figura popular em Jacarezinho, descrevendo suas peculiaridades, a interação com os moradores e a preocupação gerada por seu desaparecimento. O texto explora a memória afetiva que os habitantes têm de Zé Bobo, utilizando a crônica como um 'memento mori'.

Crônica | 18 de setembro de 1962

A crônica aborda a temática da indiferença social em Jacarezinho, onde a população, focada no trabalho diurno, ignora os acontecimentos noturnos da cidade.

Crônica | 18 de agosto de 1962

A crônica aborda a percepção do trabalho diurno versus noturno, utilizando o tempo (temperatura) como desculpa para o desempenho e destacando o sacrifício e anonimato de trabalhadores noturnos, como um guardião de armazém em Jacarezinho, que contribuem para a segurança da comunidade.

Crônica | 17 de julho de 1962

A crônica aborda a observação do narrador sobre o comportamento inquietante de seus companheiros em uma conversa matinal, culminando na revelação de que a ansiedade deles era motivada por um bolão de futebol organizado semanalmente em Jacarezinho, um evento social que gerava nervosismo e a busca por reconhecimento entre os amigos.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 16 de agosto de 1962

A crônica retrata uma noite chuvosa e desoladora em Jacarezinho, onde a tempestade reflete o ambiente sombrio e a solidão. O foco principal é um homem enigmático e visivelmente embriagado, cujas aparições pelas ruas desertas da cidade levantam questionamentos sobre o seu passado e o impacto do alcoolismo em sua vida, deixando os poucos observadores a refletir sobre a degradação de sua existência após ser abandonado pela esposa.

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