O texto narra a triste história de Sebastião, apelidado de "Tião Cara Suja", um homem humilde e trabalhador que era constantemente alvo de zombarias por parte da garotada. Apesar da dor e humilhação, ele persistia em seu trabalho de matadouro, levando seu carrinho de madeira pela cidade. Aos domingos, sua solidão se intensificava, sem amigos ou conforto, perambulando pelas ruas. Um domingo, enquanto meditava sobre sua vida, Tião foi atropelado por um trem perto da Vila Setti, perdendo gradualmente a visão. Após o acidente, ele se tornou cego e incapaz de trabalhar. A garotada que antes o hostilizava agora o via com pena, pedindo esmolas, enquanto a comunidade se lembrava com saudade e tristeza dos tempos em que ele, indiferente às ofensas, subia a rua Paraná.
A crônica narra a história do serviço de ônibus 'Circular' na cidade de Jacarezinho, desde sua origem nos anos 50 até um encontro peculiar em uma sexta-feira 13, abordando superstições e a evolução da cidade.
A crônica aborda a lembrança e o luto pela morte de João Américo da Silva, um menino da Vila Setti, contrastando a tristeza de sua família com o contexto de resultados de eleições. É um tributo à vida breve do menino e um reconhecimento da dor de seus pais, com menção à localidade de Jacarezinho e reflexões sobre a fatalidade e a efemeridade da vida.
O texto descreve um desfile cívico de 7 de setembro de 1962, em Jacarezinho, que começou com o Tiro de Guerra, seguido por grupos escolares e a Escola de Aplicação com uma baliza. Em seguida, desfilaram os colégios Rui Barbosa, Imaculada Conceição e Cristo Rei, este último encerrando com alunos do Jardim de Infância.