Memória nostálgica da infância em Jacarezinho, centrada na chegada do circo com seus desfiles de animais (elefantes) e artistas (palhaços), a interação da gurizada com o espetáculo e a tradicional brincadeira 'Hoje tem marmelada?'. A crônica compara essas lembranças com a visita de um circo mais moderno (Circo Sarrazani), mostrando a permanência das tradições e da magia que o circo exerce na cidade, com a participação de crianças de ontem e de hoje.
A crônica observa a natureza humana de esquecer os "pedreiros" e "alfaiates" por trás das grandes realizações, aplicando essa reflexão à dedicação anônima de Zé Palhares e sua equipe na organização da festa de inauguração da nova sede social do Esporte Clube Marumby, em Jacarezinho, um clube que surge do esforço de jovens e homens da cidade.
O texto descreve um desfile cívico de 7 de setembro de 1962, em Jacarezinho, que começou com o Tiro de Guerra, seguido por grupos escolares e a Escola de Aplicação com uma baliza. Em seguida, desfilaram os colégios Rui Barbosa, Imaculada Conceição e Cristo Rei, este último encerrando com alunos do Jardim de Infância.
A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.
A crônica descreve a observação de um narrador onisciente sobre um rapaz solitário na Praça Rui Barbosa durante uma noite fria e ventosa de novembro. Os personagens indiretos incluem as moças de Jacarezinho, os frequentadores do Consórcio e o casal de namorados. O cenário é a cidade de Jacarezinho e a Praça Rui Barbosa, com um foco nos costumes e na rotina social da cidade, como os encontros de jovens na praça.
A crônica descreve a comoção causada por uma amazona que cavalga apressadamente pela Rua Paraná, seguida por um carro Volks-Wagem, gerando espanto, medo e admiração dos populares em uma tarde comum na cidade.
O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.
Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.
A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.
A crônica descreve a chegada da primavera em Jacarezinho, utilizando a beleza da estação e a simbologia do sol para anunciar o baile de debutantes do Lions Clube. Quinze jovens, identificadas pelos nomes, farão sua apresentação oficial à sociedade, marcando sua passagem para a vida adulta. O evento, que ocorrerá no Jacarezinho Clube, é contextualizado pela metáfora da 'primavera das meninas-moças', sob a orientação dos membros do Lions Clube.