A crônica narra uma noite quente de novembro na Praça Rui Barbosa, em Jacarezinho, descrevendo a movimentação de pessoas, as atividades comerciais iluminadas para o Natal, a interação social em torno do chafariz, e, especialmente, a observação de uma menina sorridente e inocente que se destaca por sua beleza em meio à agitação.
A crônica aborda a situação de Dino, um homem que está sendo enterrado vivo na Praça Rui Barbosa em Jacarezinho como parte de um espetáculo, e a dificuldade que ele enfrenta devido ao calor intenso da cidade.
A crônica explora a relação humana com a morte e o medo de ser enterrado vivo. O texto descreve Bino, um personagem de Jacarezinho, que encena um 'enterro' como forma de sustento, transformando um tabu em espetáculo social. Ele será visitado na Praça Rui Barbosa durante os dez dias do "enterro".
A crônica descreve a chegada da primavera em Jacarezinho, utilizando a beleza da estação e a simbologia do sol para anunciar o baile de debutantes do Lions Clube. Quinze jovens, identificadas pelos nomes, farão sua apresentação oficial à sociedade, marcando sua passagem para a vida adulta. O evento, que ocorrerá no Jacarezinho Clube, é contextualizado pela metáfora da 'primavera das meninas-moças', sob a orientação dos membros do Lions Clube.
A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.
O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.
Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.
A crônica descreve a comoção causada por uma amazona que cavalga apressadamente pela Rua Paraná, seguida por um carro Volks-Wagem, gerando espanto, medo e admiração dos populares em uma tarde comum na cidade.
A crônica descreve a observação de um narrador onisciente sobre um rapaz solitário na Praça Rui Barbosa durante uma noite fria e ventosa de novembro. Os personagens indiretos incluem as moças de Jacarezinho, os frequentadores do Consórcio e o casal de namorados. O cenário é a cidade de Jacarezinho e a Praça Rui Barbosa, com um foco nos costumes e na rotina social da cidade, como os encontros de jovens na praça.
A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.
O texto descreve um desfile cívico de 7 de setembro de 1962, em Jacarezinho, que começou com o Tiro de Guerra, seguido por grupos escolares e a Escola de Aplicação com uma baliza. Em seguida, desfilaram os colégios Rui Barbosa, Imaculada Conceição e Cristo Rei, este último encerrando com alunos do Jardim de Infância.