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Descrição arquivística
Jacarezinho
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Crônica | 31 de julho de 1962

O fim das férias escolares de julho e o retorno à rotina, resulta na melancolia dos jovens e crianças.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 30 de outubro de 1962

Crônica sobre um dia chuvoso em Jacarezinho, observações do cotidiano urbanos na Rua Paraná, negócios locais (café do Assis), idas ao cinema para assistir a um filme com Rommy Schneider, e encontro com uma jovem jacarezinhense, com foco na beleza das mulheres da cidade e nas emoções humanas de admiração e ciúme.

Crônica | 30 de novembro de 1962

Relata o fim do ano letivo e a formatura de muitos estudantes do ginásio, científico, comércio e normal, marcando uma importante etapa em suas vidas.

Crônica | 30 de julho de 1962

Temática de 'velho oeste americano' retratada em uma festa a fantasia em Jacarezinho, com personagens característicos e o contraste entre a cidade pacata e a representação fictícia da violência da época, simbolizada por revólveres de brinquedo e 'traques'.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 29 de novembro de 1962

A crônica aborda a antecipação do Natal em Jacarezinho, a alegria e o divertimento que um escorregador provisório, montado pela Casa Setti, traz às crianças da cidade, e a nostalgia dos adultos ao observar a cena, remetendo aos seus próprios tempos de infância e à crença no Papai Noel. O cenário é a cidade de Jacarezinho, com destaque para a Rua Paraná e a Casa Setti, e o contexto social é a comunidade aguardando as festividades natalinas.

Crônica | 28 de novembro de 1962

A crônica narra uma noite quente de novembro na Praça Rui Barbosa, em Jacarezinho, descrevendo a movimentação de pessoas, as atividades comerciais iluminadas para o Natal, a interação social em torno do chafariz, e, especialmente, a observação de uma menina sorridente e inocente que se destaca por sua beleza em meio à agitação.

Crônica | 28 de julho de 1962

Crônica de um sábado movimentado em Jacarezinho, onde a chegada de uma misteriosa mulher na Rua Paraná provoca admiração e um suspiro romântico entre os homens, contrastando com o frio que cessou.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 27 de outubro de 1962

A crônica narra um desfile noturno em Jacarezinho, em 27 de Outubro de 1962, protagonizado pela fanfarra do Colégio Cristo Rei. O evento, que se tornou uma tradição anual nos últimos sábados de outubro, é na verdade o início da reunião de confraternização dos ex-alunos da instituição. O texto aborda o entusiasmo da cidade e a peculiaridade do desfile dos ex-alunos, que marcham com passos desordenados, refletindo a nostalgia e a memória dos tempos de escola, em um contexto social festivo e comemorativo.

Crônica | 27 de novembro de 1962

A crônica aborda a observação de uma mudança no comportamento de meninas e mocinhas que frequentam a Avenida Getúlio Vargas para ir e vir da escola. Inicialmente, elas apareciam em grupos alegres e sociáveis, parando para conversar e brincar. No entanto, o narrador nota que, mais recentemente, elas têm estado sérias, compenetradas, com a cabeça baixa lendo livros, e indiferentes ao ambiente externo, devido à época de provas. A crônica expressa a expectativa de que essa seriedade seja passageira e que a alegria retorne após o término dos exames.

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