Participação de Jacarézinhenses no batalhão brasileiro do Canal de Suez como parte da missão de paz da ONU, contextualizada por guerras mundiais e crises pós-guerra na Coréia e Suez
A crônica aborda a precariedade das estradas na década de 1960, especialmente entre Jacarezinho e Ourinhos, e a luta dos motoristas ('bandeirantes modernos') que, apesar das dificuldades, contribuíam para o progresso do Brasil. O texto faz um tributo a esses profissionais no Dia de São Cristóvão.
A crônica traça a história de Jacarezino, desde o início do século XX, com o desenvolvimento agrícola após a colonização, seu crescimento como capital estudantil e 'Pérola do Norte', até a inauguração do Frigorífico como um novo motor de progresso e industrialização em 1962.
A crônica descreve a celebração de três datas importantes (Dia da Justiça, Dia do Estudante e Dia do Papai) em Jacarezinho, que foram ofuscadas por uma chuva imprevista em agosto. O narrador reflete sobre a estranheza da chuva nesse mês e, de forma bem-humorada, 'descobre' no fim que a causa da chuva é um circo que está na cidade, aludindo a uma antiga tradição local. O texto também ironiza como essa 'solução' poderia resolver a seca no Brasil, especialmente no Nordeste.
A organização dos segundos Jogos Abertos de Jacarezinho, a expectativa da população e a persistência da chuva que atrapalha os preparativos e a prática esportiva, destacando a rivalidade sadia entre os clubes e colégios da cidade.