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Descrição arquivística
São Paulo
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Crônica | 25 de julho de 1962

A crônica aborda a precariedade das estradas na década de 1960, especialmente entre Jacarezinho e Ourinhos, e a luta dos motoristas ('bandeirantes modernos') que, apesar das dificuldades, contribuíam para o progresso do Brasil. O texto faz um tributo a esses profissionais no Dia de São Cristóvão.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 20 de setembro de 1962

O texto discute a natureza transitória da existência, comparando a vida humana ao ciclo de início, apogeu e fim, e estendendo essa analogia a tudo que nos cerca. A passagem da infância glorificada ao esquecimento na multidão, culminando no apogeu da juventude e na subsequente decadência, é usada como metáfora para a temporalidade.

Essa filosofia é então aplicada à cidade de Jacarezinho, outrora conhecida como "cartão de visitas" do norte do Paraná e famosa por sua hospitalidade e limpeza. A instalação de coletores de lixo, belos e eficientes, visava manter a cidade asseada. Contudo, com o passar do tempo, esses coletores, assim como a vida, atingiram seu apogeu e agora se encontram em decadência, estragados ou desaparecidos, clamando por substituição.

Crônica | 18 de julho de 1962

A crônica aborda a mobilização nacionalista e patriótica no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial (1942), destacando o envolvimento de cidades grandes e pequenas, como Jacarezinho. A narrativa se centra na bandinha 'furiosa' da cidade e, de forma nostálgica, na figura do 'homem que tocava a tuba', apelidado de 'Micoco', e sua importância na memória local, vinte anos após os eventos.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 15 de outubro de 1962

Um domingo de lazer em Jacarezinho;
Eleição de Adhemar de Barros como governador;
Análise dos resultados das eleições de São Paulo.

Crônica | 02 de outubro de 1962

A crônica se inicia com um pedido de desculpas por parte do escritor, justificando a repetição de uma crônica anterior devido a um acontecimento grave. O texto descreve o acidente de João, um menino negro de quinze anos, atingido acidentalmente por um tiro de espingarda de chumbo disparado por seu amigo. Narra o desespero do amigo, a internação de João na Santa Casa e a gravidade de seu estado. Destaca a solidariedade da comunidade de Jacarezinho, que arrecadou fundos para que João fosse levado de táxi-aéreo a São Paulo em busca de tratamento especializado. O autor explica que a urgência em ajudar João fez com que ele e a equipe do jornal não tivessem tempo para escrever, e finaliza pedindo orações pela recuperação do menino, que se encontra em coma e enfrentará uma delicada cirurgia em São Paulo.