Em 5 de outubro de 1962, em uma manhã ensolarada após a chuva, o narrador e um companheiro decidem passear pela cidade. Inicialmente pensam em ir até a Avenida das Nações Unidas, conhecida como "rua do asfalto", mas desistem ao ouvir sobre um acidente recente. Impressionados, retornam e, no caminho, veem as propagandas em muros e calçadas. Ao se aproximarem da Avenida Manoel Ribas, percebem um carro com a roda traseira presa em uma valeta e descobrem que a causa foram a chuva e o vento, que o arrastaram até ali.
A crônica aborda a temática da indiferença social em Jacarezinho, onde a população, focada no trabalho diurno, ignora os acontecimentos noturnos da cidade.
A crônica narra a história das ruas e avenidas de uma cidade, personificadas como habitantes com sentimentos e aspirações. As Avenidas Manoel Ribas e Getúlio Vargas, juntamente com a Rua Paraná, representam o progresso e as mudanças sociais na cidade, com a Avenida Manoel Ribas perdendo suas árvores em nome do desenvolvimento e, posteriormente, recebendo asfalto.