Os ciganos são apresentados como um grupo que, ciente da superstição alheia, leva a vida que deseja sem prestar satisfações. Mesmo com caminhões modernos, suas tradições se mantêm: os homens fabricam "tachos" e as mulheres e meninas vendem e preveem a sorte por dinheiro, explorando a crença popular e estando, no momento do texto, em Jacarezinho, após um período de ausência.
A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.
A crônica descreve a agitação e a expectativa em torno do sorteio de um automóvel Volkswagen, promovido pela Esportiva, na Agência Copacabana. O texto detalha a movimentação de pessoas, a ansiedade e as brincadeiras de Boanerges e Sérgio. Ao final, revela o vencedor, Vadinho, filho de Botarelli, e a reação das pessoas, entre a alegria do ganhador e a decepção dos demais. O principal tema é o impacto social de um sorteio na comunidade e a diferença entre a sorte de um e o desejo de muitos.