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Descrição arquivística
Santo Antônio da Platina
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Crônica | 07 de agosto de 1962

Os ciganos são apresentados como um grupo que, ciente da superstição alheia, leva a vida que deseja sem prestar satisfações. Mesmo com caminhões modernos, suas tradições se mantêm: os homens fabricam "tachos" e as mulheres e meninas vendem e preveem a sorte por dinheiro, explorando a crença popular e estando, no momento do texto, em Jacarezinho, após um período de ausência.

Crônica | 17 de novembro de 1962

A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.

Crônica | 24 de novembro de 1962

Ação da Câmara de Vereadores de Jacarezinho, sob presidência de Lauro Luna, para o asfaltamento da rodovia entre Jacarezinho e a ponte Melo Peixoto.

Crônica | 29 de setembro de 1962

A crônica descreve a agitação e a expectativa em torno do sorteio de um automóvel Volkswagen, promovido pela Esportiva, na Agência Copacabana. O texto detalha a movimentação de pessoas, a ansiedade e as brincadeiras de Boanerges e Sérgio. Ao final, revela o vencedor, Vadinho, filho de Botarelli, e a reação das pessoas, entre a alegria do ganhador e a decepção dos demais. O principal tema é o impacto social de um sorteio na comunidade e a diferença entre a sorte de um e o desejo de muitos.