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Descrição arquivística
Avenida das Nações Unidas
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Crônica | 30 de agosto de 1962

Um jovem, com seu otimismo habitual, saiu para trabalhar de caminhão pela Fazenda Santa Maria até a cidade. Trabalhou incansavelmente durante a manhã, e por volta das 12h, a caminho da Usina de Açúcar, sofreu um trágico acidente.

Ao se preparar para entrar na Avenida das Nações Unidas, o caminhão foi atingido por uma locomotiva, arrastado por dez metros, e o jovem faleceu instantaneamente. O texto atribui a tragédia à falta de um sinaleiro em um cruzamento de estrada de ferro.

Crônica | 11 de setembro de 1962

A crônica descreve a vida pacífica de uma pequena cidade e seu povo ordeiro, que inicialmente adaptava o progresso aos costumes locais. No entanto, o progresso avança de forma avassaladora com a chegada do asfalto em uma nova avenida (Avenida das Nações Unidas). Esse progresso, inicialmente motivo de orgulho, transforma-se em perigo devido à má execução da obra, resultando em acidentes e revelando a falta de planejamento urbano (ausência de pistas laterais, calçadas, sinalização e pontes adequadas). A narrativa conclui com a reflexão de que o progresso mal executado pode ser pior, sugerindo que o progresso deve ser ordenado e bem planejado.

Crônica | 05 de outubro de 1962

Em 5 de outubro de 1962, em uma manhã ensolarada após a chuva, o narrador e um companheiro decidem passear pela cidade. Inicialmente pensam em ir até a Avenida das Nações Unidas, conhecida como "rua do asfalto", mas desistem ao ouvir sobre um acidente recente. Impressionados, retornam e, no caminho, veem as propagandas em muros e calçadas. Ao se aproximarem da Avenida Manoel Ribas, percebem um carro com a roda traseira presa em uma valeta e descobrem que a causa foram a chuva e o vento, que o arrastaram até ali.