A crônica aborda a percepção da arte, especificamente a pintura, desde grandes mestres até a arte moderna e sua manifestação local em Jacarezinho, onde jovens pintam propaganda política nas ruas. O texto explora a universalidade da arte, as diferentes formas de apreciação e a esperança de que esses pintores de rua possam se tornar futuros grandes artistas.
A crônica explora as diversas formas de trabalho e sustento, sejam elas arriscadas (como trapezistas e equilibristas) ou mais pacíficas, como a venda de sanduíches. O cenário principal é Jacarezinho, onde um menino de doze ou treze anos, agindo como 'homem-sanduíche' (levando cartazes de publicidade), comove a população. O texto faz um paralelo entre esse método de sustento e a origem da palavra 'sanduíche', destacando a engenhosidade e a luta pela sobrevivência em um contexto social simples e comovente.