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Cotidiano
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Crônica | 03 de novembro de 1962

A crônica narra um sábado movimentado em Jacarezinho, descrevendo o cenário urbano com carros, caminhões e carroças, além da agitação das pessoas. O texto foca na interação do cronista com Stanke, um conhecido que, apesar de preocupado, demonstra alegria ao exibir um cachorrinho recém-adquirido, resultado de uma 'batalha' para convencer o antigo proprietário a presenteá-lo. O texto aborda o tema do 'não querer trabalhar' em um dia bonito, contrastando com a percepção inicial de que todos estavam 'vadiando'.

Crônica | 03 de setembro de 1962

A crônica discute a efemeridade das eras tecnológicas modernas, contrastando-as com brincadeiras infantis de 'petrificação' na Rua Paraná, em Curitiba, com a participação de Zezinho e outros garotos, ironizando a busca por novas definições para a época atual.

Crônica | 05 de novembro de 1962

Nesta crônica, a centésima do autor, é deixada de lado a falsa modéstia para celebrar um marco significativo. O texto relembra os quase quatro meses ininterruptos de contato diário com o público, invadindo lares e participando de refeições. São evocadas memórias de momentos tristes, como a morte de Marilyn Monroe e desastres, mas também de acontecimentos alegres e curiosos da vida em Jacarezinho, que foram narrados ao longo das cem crônicas.

Crônica | 08 de setembro de 1962

A crônica descreve um sábado inicialmente cinzento e desanimador em Jacarezinho, que se transforma com a aparição de uma bela moça loira na Rua Paraná. Sua beleza e elegância, mesmo em um dia comum, atraem a atenção de vendedores e transeuntes, gerando admiração e curiosidade. A narrativa culmina em um momento de inveja social quando um rapaz recebe um olhar e um sorriso da moça, despertando pensamentos negativos nos observadores.

Crônica | 18 de setembro de 1962

A crônica aborda a temática da indiferença social em Jacarezinho, onde a população, focada no trabalho diurno, ignora os acontecimentos noturnos da cidade.

Crônica | 28 de novembro de 1962

A crônica narra uma noite quente de novembro na Praça Rui Barbosa, em Jacarezinho, descrevendo a movimentação de pessoas, as atividades comerciais iluminadas para o Natal, a interação social em torno do chafariz, e, especialmente, a observação de uma menina sorridente e inocente que se destaca por sua beleza em meio à agitação.

Crônica | 30 de outubro de 1962

Crônica sobre um dia chuvoso em Jacarezinho, observações do cotidiano urbanos na Rua Paraná, negócios locais (café do Assis), idas ao cinema para assistir a um filme com Rommy Schneider, e encontro com uma jovem jacarezinhense, com foco na beleza das mulheres da cidade e nas emoções humanas de admiração e ciúme.