A crônica aborda a observação de uma mudança no comportamento de meninas e mocinhas que frequentam a Avenida Getúlio Vargas para ir e vir da escola. Inicialmente, elas apareciam em grupos alegres e sociáveis, parando para conversar e brincar. No entanto, o narrador nota que, mais recentemente, elas têm estado sérias, compenetradas, com a cabeça baixa lendo livros, e indiferentes ao ambiente externo, devido à época de provas. A crônica expressa a expectativa de que essa seriedade seja passageira e que a alegria retorne após o término dos exames.
A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.