Um jovem, com seu otimismo habitual, saiu para trabalhar de caminhão pela Fazenda Santa Maria até a cidade. Trabalhou incansavelmente durante a manhã, e por volta das 12h, a caminho da Usina de Açúcar, sofreu um trágico acidente.
Ao se preparar para entrar na Avenida das Nações Unidas, o caminhão foi atingido por uma locomotiva, arrastado por dez metros, e o jovem faleceu instantaneamente. O texto atribui a tragédia à falta de um sinaleiro em um cruzamento de estrada de ferro.
A crônica aborda a situação de Dino, um homem que está sendo enterrado vivo na Praça Rui Barbosa em Jacarezinho como parte de um espetáculo, e a dificuldade que ele enfrenta devido ao calor intenso da cidade.
A crônica explora a relação humana com a morte e o medo de ser enterrado vivo. O texto descreve Bino, um personagem de Jacarezinho, que encena um 'enterro' como forma de sustento, transformando um tabu em espetáculo social. Ele será visitado na Praça Rui Barbosa durante os dez dias do "enterro".
A crônica aborda a lembrança e o luto pela morte de João Américo da Silva, um menino da Vila Setti, contrastando a tristeza de sua família com o contexto de resultados de eleições. É um tributo à vida breve do menino e um reconhecimento da dor de seus pais, com menção à localidade de Jacarezinho e reflexões sobre a fatalidade e a efemeridade da vida.