Crônica sobre um dia chuvoso em Jacarezinho, observações do cotidiano urbanos na Rua Paraná, negócios locais (café do Assis), idas ao cinema para assistir a um filme com Rommy Schneider, e encontro com uma jovem jacarezinhense, com foco na beleza das mulheres da cidade e nas emoções humanas de admiração e ciúme.
A crônica narra uma noite quente de novembro na Praça Rui Barbosa, em Jacarezinho, descrevendo a movimentação de pessoas, as atividades comerciais iluminadas para o Natal, a interação social em torno do chafariz, e, especialmente, a observação de uma menina sorridente e inocente que se destaca por sua beleza em meio à agitação.
Crônica sobre um encontro casual com um homem azarado e pensativo na Draga Rui Barbosa, que desabafa sobre um ano de infortúnios (perda da namorada, emprego e escola) e sua esperança frustrada de ganhar um automóvel, revelando o contexto social de dificuldades e aspirações populare
A crônica aborda a temática da indiferença social em Jacarezinho, onde a população, focada no trabalho diurno, ignora os acontecimentos noturnos da cidade.
Âmbito e Conteúdo A crônica descreve o dia a dia e a personalidade de Itamar, um barbeiro da Vila São Pedro, que trabalha perto do autor. O texto foca na surpresa do autor ao vê-lo engordar, descobrindo que Itamar estava com caxumba e, mesmo assim, continuava a trabalhar e alegrar as pessoas.
A crônica descreve um sábado inicialmente cinzento e desanimador em Jacarezinho, que se transforma com a aparição de uma bela moça loira na Rua Paraná. Sua beleza e elegância, mesmo em um dia comum, atraem a atenção de vendedores e transeuntes, gerando admiração e curiosidade. A narrativa culmina em um momento de inveja social quando um rapaz recebe um olhar e um sorriso da moça, despertando pensamentos negativos nos observadores.
Nesta crônica, a centésima do autor, é deixada de lado a falsa modéstia para celebrar um marco significativo. O texto relembra os quase quatro meses ininterruptos de contato diário com o público, invadindo lares e participando de refeições. São evocadas memórias de momentos tristes, como a morte de Marilyn Monroe e desastres, mas também de acontecimentos alegres e curiosos da vida em Jacarezinho, que foram narrados ao longo das cem crônicas.
A narrativa aborda um episódio cotidiano em um escritório em Jacarezinho, onde um rapaz tenta usar um gravador emprestado que acaba quebrando, gerando um momento de curiosidade e frustração. C-enário: Ação se passa em um escritório em Jacarezinho durante um dia chuvoso. Personagens: O narrador (e seus colegas), e o rapaz com o gravador. Contexto social: A curiosidade em torno de novas tecnologias (gravador) e as dificuldades do seu uso na época, observando um fragmento da vida de escritório.
A crônica discute a efemeridade das eras tecnológicas modernas, contrastando-as com brincadeiras infantis de 'petrificação' na Rua Paraná, em Curitiba, com a participação de Zezinho e outros garotos, ironizando a busca por novas definições para a época atual.