Jacarezinho

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Crônica | 20 de novembro de 1962

A crônica narra a vinda do Teatro Escolar de Jaguariaíva a Jacarezinho para apresentar a peça 'O Diabo Enloqueceu' no Jacarezinho Clube, em uma terça-feira de 1962. O autor celebra o evento como um marco do desenvolvimento da cidade, que estaria perdendo seu ar provinciano ao sediar grandes acontecimentos em dias úteis, e convoca os leitores a apoiar o teatro de outras localidades. Após a peça, haverá uma brincadeira dançante.

Crônica | 19 de outubro de 1962

Celebração do esporte amador em Jacarezinho, no ginásio Rui Barbosa, com a presença de uma grande multidão, diversos personagens locais como Vicentinho, Beto, Palhares, Faria e Renatinho, e times como Marumby, Ypiranga e Filosofia, sob um clima favorável abençoado por São Pedro, destacando a paixão e o entusiasmo da comunidade pelo evento.

Crônica | 18 de outubro de 1962

Crônica sobre a mudança dos 'jogos de quadra' dos 'Segundos Jogos Abertos de Jacarezinho' devido a uma chuva inesperada, narrada de forma bem-humorada e atribuindo a autoria do engano climático a São Pedro

Crônica | 18 de julho de 1962

A crônica aborda a mobilização nacionalista e patriótica no Brasil durante a Segunda Guerra Mundial (1942), destacando o envolvimento de cidades grandes e pequenas, como Jacarezinho. A narrativa se centra na bandinha 'furiosa' da cidade e, de forma nostálgica, na figura do 'homem que tocava a tuba', apelidado de 'Micoco', e sua importância na memória local, vinte anos após os eventos.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 17 de outubro de 1962

A crônica descreve os Jogos Abertos de Jacarezinho, um evento esportivo e social que reúne moradores e instituições locais.

Crônica | 17 de novembro de 1962

A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.

Crônica | 17 de agosto de 1962

A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.

Crônica | 16 de outubro de 1962

Celebração e abertura dos Segundos Jogos Abertos de Jacarezinho com um desfile de entidades esportivas e educacionais, envolvendo a juventude local e as instituições da cidade

Crônica | 16 de novembro de 1962

A crônica descreve as melhorias no ambiente interno do Cine Consórcio em Jacarezinho, destacando o fim da algazarra e do zum-zum, permitindo que o cinema se torne um lugar mais agradável para os espectadores. Contudo, critica a aglomeração de jovens na saída do cinema, que atrapalha a passagem dos casais e demais frequentadores. A empresa Apucarana e Aldo Bertozzi são mencionados, este último em relação à gestão do cinema.

Crônica | 15 de setembro de 1962

A crônica aborda a percepção da arte, especificamente a pintura, desde grandes mestres até a arte moderna e sua manifestação local em Jacarezinho, onde jovens pintam propaganda política nas ruas. O texto explora a universalidade da arte, as diferentes formas de apreciação e a esperança de que esses pintores de rua possam se tornar futuros grandes artistas.

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