Rua Paraná

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Crônica | 26 de julho de 1962

A crônica narra a história das ruas e avenidas de uma cidade, personificadas como habitantes com sentimentos e aspirações. As Avenidas Manoel Ribas e Getúlio Vargas, juntamente com a Rua Paraná, representam o progresso e as mudanças sociais na cidade, com a Avenida Manoel Ribas perdendo suas árvores em nome do desenvolvimento e, posteriormente, recebendo asfalto.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 14 de agosto de 1962

A crônica aborda a importância do pensamento humano como distintivo dos outros seres (animados e inanimados), questionando a 'vida' e o 'pensamento' de objetos transformados (como uma árvore que vira caixote) e criticando o descarte e a falta de valor atribuídos a eles, com um caixote abandonado na rua Paraná como exemplo central.

Crônica | 15 de agosto de 1962

A crônica descreve a passagem de uma mulher misteriosa, elegante e enigmática pela rua Paraná em uma pequena cidade em um feriado religioso de 15 de agosto de 1962, causando grande comoção e admiração entre os moradores curiosos, e alterando a rotina do dia.

Crônica | 17 de agosto de 1962

A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.

Crônica | 04 de outubro de 1962

A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.

Crônica | 15 de novembro de 1962

O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.

Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.

Crônica | 28 de julho de 1962

Crônica de um sábado movimentado em Jacarezinho, onde a chegada de uma misteriosa mulher na Rua Paraná provoca admiração e um suspiro romântico entre os homens, contrastando com o frio que cessou.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 30 de agosto de 1962

Um jovem, com seu otimismo habitual, saiu para trabalhar de caminhão pela Fazenda Santa Maria até a cidade. Trabalhou incansavelmente durante a manhã, e por volta das 12h, a caminho da Usina de Açúcar, sofreu um trágico acidente.

Ao se preparar para entrar na Avenida das Nações Unidas, o caminhão foi atingido por uma locomotiva, arrastado por dez metros, e o jovem faleceu instantaneamente. O texto atribui a tragédia à falta de um sinaleiro em um cruzamento de estrada de ferro.

Crônica | 03 de setembro de 1962

A crônica discute a efemeridade das eras tecnológicas modernas, contrastando-as com brincadeiras infantis de 'petrificação' na Rua Paraná, em Curitiba, com a participação de Zezinho e outros garotos, ironizando a busca por novas definições para a época atual.

Crônica | 08 de outubro de 1962

A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.

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