Rua Paraná

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Crônica | 15 de novembro de 1962

O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.

Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.

Crônica | 15 de setembro de 1962

A crônica aborda a percepção da arte, especificamente a pintura, desde grandes mestres até a arte moderna e sua manifestação local em Jacarezinho, onde jovens pintam propaganda política nas ruas. O texto explora a universalidade da arte, as diferentes formas de apreciação e a esperança de que esses pintores de rua possam se tornar futuros grandes artistas.

Crônica | 16 de outubro de 1962

Celebração e abertura dos Segundos Jogos Abertos de Jacarezinho com um desfile de entidades esportivas e educacionais, envolvendo a juventude local e as instituições da cidade

Crônica | 17 de agosto de 1962

A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.

Crônica | 17 de outubro de 1962

A crônica descreve os Jogos Abertos de Jacarezinho, um evento esportivo e social que reúne moradores e instituições locais.

Crônica | 17 de setembro de 1962

A crônica aborda a insatisfação humana generalizada com a própria profissão e a inveja da vida alheia, contrastando com a dura realidade social. O cronista, em um domingo otimista, depara-se com uma mulher pobre vasculhando o lixo na Rua Paraná, em uma cidade brasileira, o que o leva a refletir sobre a indiferença e a desigualdade, gerando um sentimento de remorso por não ter ajudado.

Crônica | 26 de julho de 1962

A crônica narra a história das ruas e avenidas de uma cidade, personificadas como habitantes com sentimentos e aspirações. As Avenidas Manoel Ribas e Getúlio Vargas, juntamente com a Rua Paraná, representam o progresso e as mudanças sociais na cidade, com a Avenida Manoel Ribas perdendo suas árvores em nome do desenvolvimento e, posteriormente, recebendo asfalto.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 27 de outubro de 1962

A crônica narra um desfile noturno em Jacarezinho, em 27 de Outubro de 1962, protagonizado pela fanfarra do Colégio Cristo Rei. O evento, que se tornou uma tradição anual nos últimos sábados de outubro, é na verdade o início da reunião de confraternização dos ex-alunos da instituição. O texto aborda o entusiasmo da cidade e a peculiaridade do desfile dos ex-alunos, que marcham com passos desordenados, refletindo a nostalgia e a memória dos tempos de escola, em um contexto social festivo e comemorativo.

Crônica | 28 de julho de 1962

Crônica de um sábado movimentado em Jacarezinho, onde a chegada de uma misteriosa mulher na Rua Paraná provoca admiração e um suspiro romântico entre os homens, contrastando com o frio que cessou.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 29 de novembro de 1962

A crônica aborda a antecipação do Natal em Jacarezinho, a alegria e o divertimento que um escorregador provisório, montado pela Casa Setti, traz às crianças da cidade, e a nostalgia dos adultos ao observar a cena, remetendo aos seus próprios tempos de infância e à crença no Papai Noel. O cenário é a cidade de Jacarezinho, com destaque para a Rua Paraná e a Casa Setti, e o contexto social é a comunidade aguardando as festividades natalinas.

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