Rua Paraná

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Crônica | 15 de setembro de 1962

A crônica aborda a percepção da arte, especificamente a pintura, desde grandes mestres até a arte moderna e sua manifestação local em Jacarezinho, onde jovens pintam propaganda política nas ruas. O texto explora a universalidade da arte, as diferentes formas de apreciação e a esperança de que esses pintores de rua possam se tornar futuros grandes artistas.

Crônica | 15 de novembro de 1962

O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.

Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.

Crônica | 15 de agosto de 1962

A crônica descreve a passagem de uma mulher misteriosa, elegante e enigmática pela rua Paraná em uma pequena cidade em um feriado religioso de 15 de agosto de 1962, causando grande comoção e admiração entre os moradores curiosos, e alterando a rotina do dia.

Crônica | 14 de agosto de 1962

A crônica aborda a importância do pensamento humano como distintivo dos outros seres (animados e inanimados), questionando a 'vida' e o 'pensamento' de objetos transformados (como uma árvore que vira caixote) e criticando o descarte e a falta de valor atribuídos a eles, com um caixote abandonado na rua Paraná como exemplo central.

Crônica | 13 de setembro de 1962

A crônica descreve a comoção causada por uma amazona que cavalga apressadamente pela Rua Paraná, seguida por um carro Volks-Wagem, gerando espanto, medo e admiração dos populares em uma tarde comum na cidade.

Crônica | 13 de outubro de 1962

O texto descreve um sábado atípico em Jacarezinho, com sol e ausência de vento, trazendo um clima de otimismo e movimento intenso na rua Paraná. O autor destaca o caráter singular do sábado para a cidade e a peculiaridade dos grupos de pessoas que, apesar do dia movimentado, riam e conversavam animadamente. O foco atual das brincadeiras são as eleições recentes, com inúmeras piadas sobre os candidatos.

Crônica | 08 de setembro de 1962

A crônica descreve um sábado inicialmente cinzento e desanimador em Jacarezinho, que se transforma com a aparição de uma bela moça loira na Rua Paraná. Sua beleza e elegância, mesmo em um dia comum, atraem a atenção de vendedores e transeuntes, gerando admiração e curiosidade. A narrativa culmina em um momento de inveja social quando um rapaz recebe um olhar e um sorriso da moça, despertando pensamentos negativos nos observadores.

Crônica | 08 de outubro de 1962

A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.

Crônica | 07 de dezembro de 1962

A crônica descreve a movimentação e o ambiente festivo de fim de ano em uma cidade, com destaque para a Casa Setti, e o enredo central sobre um jovem casal que compra uma boneca em segredo, abordando a inocência e a transição da infância para a juudez.

Crônica | 04 de outubro de 1962

A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.

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