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Crônica | 30 de outubro de 1962

Crônica sobre um dia chuvoso em Jacarezinho, observações do cotidiano urbanos na Rua Paraná, negócios locais (café do Assis), idas ao cinema para assistir a um filme com Rommy Schneider, e encontro com uma jovem jacarezinhense, com foco na beleza das mulheres da cidade e nas emoções humanas de admiração e ciúme.

Crônica | 30 de agosto de 1962

Um jovem, com seu otimismo habitual, saiu para trabalhar de caminhão pela Fazenda Santa Maria até a cidade. Trabalhou incansavelmente durante a manhã, e por volta das 12h, a caminho da Usina de Açúcar, sofreu um trágico acidente.

Ao se preparar para entrar na Avenida das Nações Unidas, o caminhão foi atingido por uma locomotiva, arrastado por dez metros, e o jovem faleceu instantaneamente. O texto atribui a tragédia à falta de um sinaleiro em um cruzamento de estrada de ferro.

Crônica | 29 de novembro de 1962

A crônica aborda a antecipação do Natal em Jacarezinho, a alegria e o divertimento que um escorregador provisório, montado pela Casa Setti, traz às crianças da cidade, e a nostalgia dos adultos ao observar a cena, remetendo aos seus próprios tempos de infância e à crença no Papai Noel. O cenário é a cidade de Jacarezinho, com destaque para a Rua Paraná e a Casa Setti, e o contexto social é a comunidade aguardando as festividades natalinas.

Crônica | 28 de julho de 1962

Crônica de um sábado movimentado em Jacarezinho, onde a chegada de uma misteriosa mulher na Rua Paraná provoca admiração e um suspiro romântico entre os homens, contrastando com o frio que cessou.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 27 de outubro de 1962

A crônica narra um desfile noturno em Jacarezinho, em 27 de Outubro de 1962, protagonizado pela fanfarra do Colégio Cristo Rei. O evento, que se tornou uma tradição anual nos últimos sábados de outubro, é na verdade o início da reunião de confraternização dos ex-alunos da instituição. O texto aborda o entusiasmo da cidade e a peculiaridade do desfile dos ex-alunos, que marcham com passos desordenados, refletindo a nostalgia e a memória dos tempos de escola, em um contexto social festivo e comemorativo.

Crônica | 26 de julho de 1962

A crônica narra a história das ruas e avenidas de uma cidade, personificadas como habitantes com sentimentos e aspirações. As Avenidas Manoel Ribas e Getúlio Vargas, juntamente com a Rua Paraná, representam o progresso e as mudanças sociais na cidade, com a Avenida Manoel Ribas perdendo suas árvores em nome do desenvolvimento e, posteriormente, recebendo asfalto.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 17 de setembro de 1962

A crônica aborda a insatisfação humana generalizada com a própria profissão e a inveja da vida alheia, contrastando com a dura realidade social. O cronista, em um domingo otimista, depara-se com uma mulher pobre vasculhando o lixo na Rua Paraná, em uma cidade brasileira, o que o leva a refletir sobre a indiferença e a desigualdade, gerando um sentimento de remorso por não ter ajudado.

Crônica | 17 de outubro de 1962

A crônica descreve os Jogos Abertos de Jacarezinho, um evento esportivo e social que reúne moradores e instituições locais.

Crônica | 17 de agosto de 1962

A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.

Crônica | 16 de outubro de 1962

Celebração e abertura dos Segundos Jogos Abertos de Jacarezinho com um desfile de entidades esportivas e educacionais, envolvendo a juventude local e as instituições da cidade

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