Avenida Getulio Vargas

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Crônica | 01 de agosto de 1962

A crônica aborda a luta pela sobrevivência humana desde os tempos primitivos até a contemporaneidade, contrapondo a caça por alimento à necessidade de dinheiro. O cenário é Jacarezinho, onde a pobreza se manifesta em pessoas famintas, culminando na descrição da distribuição de alimentos como uma forma de 'paz' e 'progresso', no contexto da miséria social e da ajuda externa a países periféricos.

Crônica | 07 de novembro de 1962

O texto descreve a rotina da Rádio Jacarezinho, destacando a habilidade de adaptação humana aos fatos cotidianos. Em meio às vozes masculinas que dominam a programação, a rádio apresenta diariamente, das doze às treze horas, uma voz feminina doce e romântica, responsável por apresentar a "Crônica da Cidade".

Essa voz pertence a Dona Ione, que todos os dias se apressa pela Avenida Getúlio Vargas para chegar à rádio. O narrador a encontrou e, em uma conversa descontraída, Dona Ione brincou que um dia a crônica seria sobre ela. Apesar de sua relutância, o narrador decide que a crônica do dia será sobre Dona Ione e sua dedicada contribuição à radiofonia local, enfatizando sua alegria e o icônico visual com a bolsa preta.

Crônica | 26 de julho de 1962

A crônica narra a história das ruas e avenidas de uma cidade, personificadas como habitantes com sentimentos e aspirações. As Avenidas Manoel Ribas e Getúlio Vargas, juntamente com a Rua Paraná, representam o progresso e as mudanças sociais na cidade, com a Avenida Manoel Ribas perdendo suas árvores em nome do desenvolvimento e, posteriormente, recebendo asfalto.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 27 de novembro de 1962

A crônica aborda a observação de uma mudança no comportamento de meninas e mocinhas que frequentam a Avenida Getúlio Vargas para ir e vir da escola. Inicialmente, elas apareciam em grupos alegres e sociáveis, parando para conversar e brincar. No entanto, o narrador nota que, mais recentemente, elas têm estado sérias, compenetradas, com a cabeça baixa lendo livros, e indiferentes ao ambiente externo, devido à época de provas. A crônica expressa a expectativa de que essa seriedade seja passageira e que a alegria retorne após o término dos exames.