A crônica descreve a agitação e a expectativa em torno do sorteio de um automóvel Volkswagen, promovido pela Esportiva, na Agência Copacabana. O texto detalha a movimentação de pessoas, a ansiedade e as brincadeiras de Boanerges e Sérgio. Ao final, revela o vencedor, Vadinho, filho de Botarelli, e a reação das pessoas, entre a alegria do ganhador e a decepção dos demais. O principal tema é o impacto social de um sorteio na comunidade e a diferença entre a sorte de um e o desejo de muitos.
Um jovem, com seu otimismo habitual, saiu para trabalhar de caminhão pela Fazenda Santa Maria até a cidade. Trabalhou incansavelmente durante a manhã, e por volta das 12h, a caminho da Usina de Açúcar, sofreu um trágico acidente.
Ao se preparar para entrar na Avenida das Nações Unidas, o caminhão foi atingido por uma locomotiva, arrastado por dez metros, e o jovem faleceu instantaneamente. O texto atribui a tragédia à falta de um sinaleiro em um cruzamento de estrada de ferro.
Temática de 'velho oeste americano' retratada em uma festa a fantasia em Jacarezinho, com personagens característicos e o contraste entre a cidade pacata e a representação fictícia da violência da época, simbolizada por revólveres de brinquedo e 'traques'.
Crônica sobre um dia chuvoso em Jacarezinho, observações do cotidiano urbanos na Rua Paraná, negócios locais (café do Assis), idas ao cinema para assistir a um filme com Rommy Schneider, e encontro com uma jovem jacarezinhense, com foco na beleza das mulheres da cidade e nas emoções humanas de admiração e ciúme.
A crônica aborda a curiosidade e as especulações de uma vizinhança em torno do lançamento de foguetes, revelando a leveza e o humor da celebração inusitada de um vizinho pelo término do mês de agosto, considerado por ele como o mês do desgosto.
Na véspera de Ano Novo de 1962, o texto reflete sobre o fim do ano, marcado por celebrações e a expectativa de um novo ciclo. A coluna "Crônica da Cidade" de Jacarezinho, que acompanhou os leitores semanalmente, faz um balanço dos acontecimentos políticos e sociais da cidade.
O fundo contém 2230 crônicas escritas diariamente por Celso Antônio Rossi, as quais eram lidas durante um programa de rádio da época. As crônicas estão divididas entre séries e subséries, assim designando respectivamente os anos e meses em que foram escritas. Apesar de serem escritas diariamente, com o tempo muitas foram perdidas e ou muito danificadas, o que explica a ausência de algumas datas neste.