Jacarezinho

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Crônica | 14 de dezembro de 1962

Âmbito e Conteúdo
A crônica descreve o dia a dia e a personalidade de Itamar, um barbeiro da Vila São Pedro, que trabalha perto do autor. O texto foca na surpresa do autor ao vê-lo engordar, descobrindo que Itamar estava com caxumba e, mesmo assim, continuava a trabalhar e alegrar as pessoas.

Crônica | 14 de novembro de 1962

Mesa-redonda sobre o problema dos telefones em Jacarezinho, envolvendo autoridades e representantes da comunidade, transmitida pela Rádio Jacarezinho.

Crônica | 15 de novembro de 1962

O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.

Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.

Crônica | 15 de outubro de 1962

Um domingo de lazer em Jacarezinho;
Eleição de Adhemar de Barros como governador;
Análise dos resultados das eleições de São Paulo.

Crônica | 15 de setembro de 1962

A crônica aborda a percepção da arte, especificamente a pintura, desde grandes mestres até a arte moderna e sua manifestação local em Jacarezinho, onde jovens pintam propaganda política nas ruas. O texto explora a universalidade da arte, as diferentes formas de apreciação e a esperança de que esses pintores de rua possam se tornar futuros grandes artistas.

Crônica | 16 de novembro de 1962

A crônica descreve as melhorias no ambiente interno do Cine Consórcio em Jacarezinho, destacando o fim da algazarra e do zum-zum, permitindo que o cinema se torne um lugar mais agradável para os espectadores. Contudo, critica a aglomeração de jovens na saída do cinema, que atrapalha a passagem dos casais e demais frequentadores. A empresa Apucarana e Aldo Bertozzi são mencionados, este último em relação à gestão do cinema.

Crônica | 16 de outubro de 1962

Celebração e abertura dos Segundos Jogos Abertos de Jacarezinho com um desfile de entidades esportivas e educacionais, envolvendo a juventude local e as instituições da cidade

Crônica | 17 de agosto de 1962

A crônica narra a rotina de jovens estudantes do sexo feminino em Jacarezinho, que, apesar de um dia cinzento e do anúncio frustrado de chuva, se dirigem para seus estudos noturnos, subindo e descendo a Rua Paraná com seus livros e cadernos. O texto celebra a dedicação dessas moças à educação como um motor para o progresso da cidade.

Crônica | 17 de novembro de 1962

A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.

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