Rua Paraná

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Crônica | 03 de agosto de 1962

A importância dos garis para a manutenção da limpeza da cidade de Jacarezinho, com foco no trabalho diário de Alexandre (o 'bagre'), e a valorização do conceito de cidade limpa.

Crônica | 03 de setembro de 1962

A crônica discute a efemeridade das eras tecnológicas modernas, contrastando-as com brincadeiras infantis de 'petrificação' na Rua Paraná, em Curitiba, com a participação de Zezinho e outros garotos, ironizando a busca por novas definições para a época atual.

Crônica | 04 de outubro de 1962

A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.

Crônica | 07 de dezembro de 1962

A crônica descreve a movimentação e o ambiente festivo de fim de ano em uma cidade, com destaque para a Casa Setti, e o enredo central sobre um jovem casal que compra uma boneca em segredo, abordando a inocência e a transição da infância para a juudez.

Crônica | 08 de outubro de 1962

A crônica descreve o dia da eleição em Jacarezinho (08/10/1962), retratando o movimento nas ruas, as práticas políticas (distribuição de sanduíches, 'cochichos', troca de cédulas), as ocorrências como um 'sururu' na Praça Rui Barbosa envolvendo um revólver, a serenidade dos membros das mesas eleitorais e a culminação do dia com a improvisação de um 'carnaval eleitoral' na Rua Paraná, com carros e brotos, refletindo a alegria dos eleitores após a votação.

Crônica | 08 de setembro de 1962

A crônica descreve um sábado inicialmente cinzento e desanimador em Jacarezinho, que se transforma com a aparição de uma bela moça loira na Rua Paraná. Sua beleza e elegância, mesmo em um dia comum, atraem a atenção de vendedores e transeuntes, gerando admiração e curiosidade. A narrativa culmina em um momento de inveja social quando um rapaz recebe um olhar e um sorriso da moça, despertando pensamentos negativos nos observadores.

Crônica | 13 de outubro de 1962

O texto descreve um sábado atípico em Jacarezinho, com sol e ausência de vento, trazendo um clima de otimismo e movimento intenso na rua Paraná. O autor destaca o caráter singular do sábado para a cidade e a peculiaridade dos grupos de pessoas que, apesar do dia movimentado, riam e conversavam animadamente. O foco atual das brincadeiras são as eleições recentes, com inúmeras piadas sobre os candidatos.

Crônica | 13 de setembro de 1962

A crônica descreve a comoção causada por uma amazona que cavalga apressadamente pela Rua Paraná, seguida por um carro Volks-Wagem, gerando espanto, medo e admiração dos populares em uma tarde comum na cidade.

Crônica | 14 de agosto de 1962

A crônica aborda a importância do pensamento humano como distintivo dos outros seres (animados e inanimados), questionando a 'vida' e o 'pensamento' de objetos transformados (como uma árvore que vira caixote) e criticando o descarte e a falta de valor atribuídos a eles, com um caixote abandonado na rua Paraná como exemplo central.

Crônica | 15 de agosto de 1962

A crônica descreve a passagem de uma mulher misteriosa, elegante e enigmática pela rua Paraná em uma pequena cidade em um feriado religioso de 15 de agosto de 1962, causando grande comoção e admiração entre os moradores curiosos, e alterando a rotina do dia.

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