Jacarezinho, PR

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Crônica | 13 de julho de 1962

A crônica narra a história do serviço de ônibus 'Circular' na cidade de Jacarezinho, desde sua origem nos anos 50 até um encontro peculiar em uma sexta-feira 13, abordando superstições e a evolução da cidade.

Celso Antônio Rossi

Crônica | 08 de agosto de 1962

A crônica descreve o retorno do calor a Jacarezinho, a rotina noturna da cidade, as atividades dos moradores e o incidente com um homem obeso que tenta sair com seu jeep estacionado, causando um grande barulho e chamando a atenção de todos na Praça Rui Barbosa.

Crônica | 09 de agosto de 1962

Crônica de Jacarezinho sobre a morte e a vida de Marilyn Monroe, focando na incompreensão, sofrimento e na busca por aceitação da atriz, além de sua beleza, vista da perspectiva da cidade de Jacarezinho.

Crônica | 11 de agosto de 1962

A crônica descreve um sábado cinzento e chuvoso em uma cidade, com pouco movimento comercial, levando à reflexão sobre o instrumento comum do comércio: a balança. O texto evolui para a discussão da balança como símbolo da justiça, diferenciando a balança primitiva do comércio da simbólica balança da Justiça. Aborda a dualidade da justiça, tanto os comerciantes inescrupulosos quanto a corrupção na própria justiça, e celebra o Dia Nacional da Justiça no Brasil (11 de agosto), expressando a esperança de que a justiça seja respeitada mundialmente, como é em Jacarezinho.

Crônica | 13 de agosto de 1962

A crônica descreve a celebração de três datas importantes (Dia da Justiça, Dia do Estudante e Dia do Papai) em Jacarezinho, que foram ofuscadas por uma chuva imprevista em agosto. O narrador reflete sobre a estranheza da chuva nesse mês e, de forma bem-humorada, 'descobre' no fim que a causa da chuva é um circo que está na cidade, aludindo a uma antiga tradição local. O texto também ironiza como essa 'solução' poderia resolver a seca no Brasil, especialmente no Nordeste.

Crônica | 15 de agosto de 1962

A crônica descreve a passagem de uma mulher misteriosa, elegante e enigmática pela rua Paraná em uma pequena cidade em um feriado religioso de 15 de agosto de 1962, causando grande comoção e admiração entre os moradores curiosos, e alterando a rotina do dia.

Crônica | 16 de agosto de 1962

A crônica retrata uma noite chuvosa e desoladora em Jacarezinho, onde a tempestade reflete o ambiente sombrio e a solidão. O foco principal é um homem enigmático e visivelmente embriagado, cujas aparições pelas ruas desertas da cidade levantam questionamentos sobre o seu passado e o impacto do alcoolismo em sua vida, deixando os poucos observadores a refletir sobre a degradação de sua existência após ser abandonado pela esposa.

Crônica | 31 de agosto de 1962

A crônica aborda a curiosidade e as especulações de uma vizinhança em torno do lançamento de foguetes, revelando a leveza e o humor da celebração inusitada de um vizinho pelo término do mês de agosto, considerado por ele como o mês do desgosto.

Crônica | 01 de setembro de 1962

Memória nostálgica da infância em Jacarezinho, centrada na chegada do circo com seus desfiles de animais (elefantes) e artistas (palhaços), a interação da gurizada com o espetáculo e a tradicional brincadeira 'Hoje tem marmelada?'. A crônica compara essas lembranças com a visita de um circo mais moderno (Circo Sarrazani), mostrando a permanência das tradições e da magia que o circo exerce na cidade, com a participação de crianças de ontem e de hoje.

Crônica | 04 de outubro de 1962

A crônica principal aborda a observação de um menino brincando com barquinhos de papel na rua Paraná, em Jacarezinho, em um dia chuvoso, evocando memórias de infância e a universalidade dessa brincadeira.

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