Tiro de Guerra

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Crônica | 17 de novembro de 1962

A crônica discute o 'banho' dos atiradores do Tiro de Guerra no chafariz da Praça Rui Barbosa em Jacarezinho, criticando o ato e negando que a publicação anterior tenha endossado a atitude, enfatizando que o Sargento Fredolin Dobler também desaprovou. O texto oferece aos atiradores a oportunidade de se redimir participando de uma quermesse em prol da Capela do Sagrado Coração de Jesus.

Crônica | 15 de novembro de 1962

O texto relembra antigas tradições de trotes e celebrações em Curitiba e Jacarezinho. Inicialmente, descreve um trote único para calouros de direito em Curitiba, que consistia em um banho solene no chafariz da Praça Osório, com roupa e tudo. Essa prática foi abolida após um incidente trágico.

Em seguida, o narrador relata uma tradição pessoal dos atiradores do Tiro de Guerra 185 em Jacarezinho, que se banhavam no chafariz da Praça Rui Barbosa no encerramento do serviço militar, em 15 de novembro. Essa brincadeira, que inicialmente resultou em detenção em 1954, tornou-se uma tradição anual, com os atiradores molhados sendo uma visão comum no dia, mantendo viva a memória e o espírito de camaradagem da cidade.

Crônica | 07 de setembro de 1962

O texto descreve um desfile cívico de 7 de setembro de 1962, em Jacarezinho, que começou com o Tiro de Guerra, seguido por grupos escolares e a Escola de Aplicação com uma baliza. Em seguida, desfilaram os colégios Rui Barbosa, Imaculada Conceição e Cristo Rei, este último encerrando com alunos do Jardim de Infância.